Eu comentei no post anterior algumas situações que nos fazem rodear os problemas sem achar uma devida solução. Em geral, rodeamos porque queremos exceder alguns limites que o ser humano não pode exceder e porque não descansamos em Deus. Já notaram que quando a gente deixa um problema de lado, ele não se mostra tão importante quanto desenhávamos antes?
Às vezes isso é uma demonstração da ira humana, algo para a qual o Salmo 4,4 oferece solução: "Quando vocês ficarem irados, não pequem; ao deitar-se reflitam nisso, e aquietem-se. Pausa". A lei de Deus até parece uma lei "estraga-prazer" mas paradoxalmente ela oferece liberdade: (Tg 1:25 "Mas o homem que observa atentamente a lei perfeita que traz a
liberdade, e persevera na prática dessa lei, não esquecendo o que ouviu
mas praticando-o, será feliz naquilo que fizer").
Também comentei que tudo sempre coopera para o bem dos que crêem em Cristo (conforme Rm 8,28) e o que é mais surpreendente ainda é que estas situações fortalecem a nossa fé, se a direcionamos para o alvo certo. Termino o post citando 1Pe 1,17: "Essas provações são para mostrar que a fé que vocês têm é verdadeira. Pois até o ouro, que pode ser destruído, é provado pelo fogo. Da mesma maneira, a fé que vocês têm, que vale muito mais do que o ouro, precisa ser provada para que continue firme. E assim vocês receberão aprovação, glória e honra, no dia em que Jesus Cristo for revelado."
Em tudo dai graças (1Ts 5, 18).
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quinta-feira, 24 de maio de 2012
quarta-feira, 23 de maio de 2012
Rodeando o problema
Tenho certeza que todos já se viram pensando sobre uma mesma coisa por um período e sem conseguir parar de pensar nisso. Isso se assemelha muito a passagens em que os israelistas rodeavam montes sem sair do lugar (vide Dt 2, 3: "Vocês já caminharam bastante tempo ao redor destas montanhas; agora andem para o norte.)
Elenco abaixo algumas semelhanças pertinentes a esta situação:
- Queremos nos livrar de um problema/situação sem enxergar a realidade que é implícita a ele. Isso soa ou como teimosia ou como procrastinação
- Indecisão do que fazer. Queremos abraçar o mundo, fazer tudo, tirar vantagem de tudo e evitar fazer escolhas, pois as escolhas nos fazem abrir mão das coisas que decidimos não fazer. Porém, não percebemos um fato sobre as coisas sobre as quais tínhamos dúvidas: se quiséssemos fazer, ja teríamos feito!
- Quando se pensa demais em algo, pesando prós e contras, normalmente só se consegue olhar os contras pois somos seres limtiados que só conhecem o passado e o presente. Não conseguimos antever as beneces que poderão vir no futuro. Por isso que se diz que às vezes é melhor não pensar muito e arriscar, pois se pensar muito, desistimos
- O bom é inimigo do ótimo. Analisar os detalhes e querer êxito em tudo pode ser uma receita pro fracasso, pois de tanto especificar pode-se decidir nem iniciar. Aquilo que é feito é melhor do que aquilo que é perfeito, conforme podcast do Ricardo Vargas. Afinal, o que está feito pode ser evoluído, o que é perfeito talvez ainda é só algo distante e virtual
- Faz parte do perfil controlador, aquele que quer que tudo saia daquele jeito porque a pessoa julga que este é o único jeito certo. Será mesmo? Quantas vezes a coisa "saiu das nossas rédeas" e tomou um caminho ainda melhor? Quando tentamos controlar tudo, aí é que caímos na armadilha, pois vemos que não podemos controlar nada e isso é desesperador
- Cai-se na armadilha do círculo insano. Eu fixo em um problema, sei qual é a solução, sei que há limitações, mas quero achar uma maneira de fugir delas, noto que não existe tal maneira, mas ainda sim eu tento porque não me conformo com tal situação, porque quero a solução imediatamente, etc. Isso tem fim?
Não sei se você se identificou com alguma destas sensações mas o fato é que quando fixamos em um problema, é dificil deixar de olhar para o problema e perceber o contexto. E mais, perceber que o problema pode não ser tão importante como imaginamos neste momento. Sim, quanto mais nos fixamos em algo, mais aquilo aumenta. Já notou como reparamos mais em algo quando alguém nos alerta sobre isso? (ex: maus motoristas, defeitos alheios)
A solução é tão simples como a Palavra de Deus: confiar nEle e partir para o alvo, que é ser semelhante a Cristo.
Rom 8:28 Sabemos que Deus age em todas as coisas para o bem daqueles que o amam, dos que foram chamados de acordo com o seu propósito.
Php 3:13 Irmãos, não penso que eu mesmo já o tenha alcançado, mas uma coisa faço: esquecendo-me das coisas que ficaram para trás e avançando para as que estão adiante,
Php 3:14 prossigo para o alvo, a fim de ganhar o prêmio do chamado celestial de Deus em Cristo Jesus.
Elenco abaixo algumas semelhanças pertinentes a esta situação:
- Queremos nos livrar de um problema/situação sem enxergar a realidade que é implícita a ele. Isso soa ou como teimosia ou como procrastinação
- Indecisão do que fazer. Queremos abraçar o mundo, fazer tudo, tirar vantagem de tudo e evitar fazer escolhas, pois as escolhas nos fazem abrir mão das coisas que decidimos não fazer. Porém, não percebemos um fato sobre as coisas sobre as quais tínhamos dúvidas: se quiséssemos fazer, ja teríamos feito!
- Quando se pensa demais em algo, pesando prós e contras, normalmente só se consegue olhar os contras pois somos seres limtiados que só conhecem o passado e o presente. Não conseguimos antever as beneces que poderão vir no futuro. Por isso que se diz que às vezes é melhor não pensar muito e arriscar, pois se pensar muito, desistimos
- O bom é inimigo do ótimo. Analisar os detalhes e querer êxito em tudo pode ser uma receita pro fracasso, pois de tanto especificar pode-se decidir nem iniciar. Aquilo que é feito é melhor do que aquilo que é perfeito, conforme podcast do Ricardo Vargas. Afinal, o que está feito pode ser evoluído, o que é perfeito talvez ainda é só algo distante e virtual
- Faz parte do perfil controlador, aquele que quer que tudo saia daquele jeito porque a pessoa julga que este é o único jeito certo. Será mesmo? Quantas vezes a coisa "saiu das nossas rédeas" e tomou um caminho ainda melhor? Quando tentamos controlar tudo, aí é que caímos na armadilha, pois vemos que não podemos controlar nada e isso é desesperador
- Cai-se na armadilha do círculo insano. Eu fixo em um problema, sei qual é a solução, sei que há limitações, mas quero achar uma maneira de fugir delas, noto que não existe tal maneira, mas ainda sim eu tento porque não me conformo com tal situação, porque quero a solução imediatamente, etc. Isso tem fim?
Não sei se você se identificou com alguma destas sensações mas o fato é que quando fixamos em um problema, é dificil deixar de olhar para o problema e perceber o contexto. E mais, perceber que o problema pode não ser tão importante como imaginamos neste momento. Sim, quanto mais nos fixamos em algo, mais aquilo aumenta. Já notou como reparamos mais em algo quando alguém nos alerta sobre isso? (ex: maus motoristas, defeitos alheios)
A solução é tão simples como a Palavra de Deus: confiar nEle e partir para o alvo, que é ser semelhante a Cristo.
Rom 8:28 Sabemos que Deus age em todas as coisas para o bem daqueles que o amam, dos que foram chamados de acordo com o seu propósito.
Php 3:13 Irmãos, não penso que eu mesmo já o tenha alcançado, mas uma coisa faço: esquecendo-me das coisas que ficaram para trás e avançando para as que estão adiante,
Php 3:14 prossigo para o alvo, a fim de ganhar o prêmio do chamado celestial de Deus em Cristo Jesus.
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
Jeremias pede vingança
A vingança é um sentimento bastante humano por causa de nosso senso de justiça. Ela também expressa a nossa revolta com uma situação que deveria seguir outro rumo. O lado positivo disto é que nossos sentimentos não estão cauterizados, porém há um lado negativo bastante prejudicial: desejar a tristeza da parte que cometeu o erro.
Assim aconteceu com o profeta Jeremias. Ele sabia que Deus era justo mas mesmo assim se permitiu questionar isso, e questionou para a Pessoa certa:
Apenas para dar o contexto, a missão de Jeremias era justamente apontar os erros, denunciar as graves falhas que o povo de Israel cometia perante Deus, porém certa hora Jeremias cansou...e pronunciou as palavras já supracitadas desejando explicitamente o castigo àqueles que desobedeciam a Sua lei.
Porém a solução para tudo isto está num versículo exatamente anterior:
Reforço, assim, a exortação de confiarmos em Deus, de elevarmos a Ele a nossa causa, Ele não está ausente (Sl 139, 8) é Ele quem examina tudo o que sentimos ou pensamos, julgando com a espada do Espírito, bastante afiada para discenir o joio do trigo em nós (Hb 4, 12). A vingança é algo humano, mas ela (e tudo o mais) deve ser tratado do jeito de Deus
Assim aconteceu com o profeta Jeremias. Ele sabia que Deus era justo mas mesmo assim se permitiu questionar isso, e questionou para a Pessoa certa:
Jer 12:1 Tu és justo, Senhor, quando apresento uma causa diante de ti. Contudo, eu gostaria de discutir contigo sobre a tua justiça. Por que o caminho dos ímpios prospera? Por que todos os traidores vivem sem problemas?
Jer 12:2 Tu os plantaste, e eles criaram raízes; crescem e dão fruto. Tu estás sempre perto dos seus lábios, mas longe dos seus corações.
Jer 12:3 Tu, porém, me conheces, Senhor; tu me vês e provas a minha atitude para contigo. Arranca os ímpios como a ovelhas destinadas ao matadouro! Reserva-os para o dia da matança!
Jer 12:4 Até quando a terra ficará de luto e a relva de todo o campo estará seca? Perecem os animais e as aves por causa da maldade dos que habitam nesta terra, pois eles disseram: ‘Ele não verá o fim que nos espera’.
Apenas para dar o contexto, a missão de Jeremias era justamente apontar os erros, denunciar as graves falhas que o povo de Israel cometia perante Deus, porém certa hora Jeremias cansou...e pronunciou as palavras já supracitadas desejando explicitamente o castigo àqueles que desobedeciam a Sua lei.
Porém a solução para tudo isto está num versículo exatamente anterior:
Jer 11:20 Ó Senhor dos Exércitos, justo juiz que provas o coração e a mente, espero ver a tua vingança sobre eles, pois a ti expus a minha causa.Reforçado por Rm 12 no Novo Testamento:
Rom 12:19 Amados, nunca procurem vingar-se, mas deixem com Deus a ira, pois está escrito: "Minha é a vingança; eu retribuirei", diz o Senhor.
Reforço, assim, a exortação de confiarmos em Deus, de elevarmos a Ele a nossa causa, Ele não está ausente (Sl 139, 8) é Ele quem examina tudo o que sentimos ou pensamos, julgando com a espada do Espírito, bastante afiada para discenir o joio do trigo em nós (Hb 4, 12). A vingança é algo humano, mas ela (e tudo o mais) deve ser tratado do jeito de Deus
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quinta-feira, 16 de junho de 2011
A beleza da integridade da Palavra
Hoje percebi uma feliz e grata correlação de vários versículos bíblicos e exponho aqui a minha percepção:
Lei x Castigo x Condenação
Comparando os versículos abaixo, fica ainda mais clara a frase que a @NormaBlog tuitou ontem: "A lei ensina o que tu deves e o que te falta, Cristo dá o que tu deves fazer e obter." (Martinho Lutero). Sempre que pensamos demais na lei sem lembrar do sacrifício de Cristo, nos agarramos à nossa natureza pecaminosa. Quando de fato confiamos em Deus, vivemos pelo Seu amor que nos sustenta e nada nos condena
Rom 4:15 Pois a lei traz o castigo de Deus. Mas, onde não existe lei, também não existe desobediência à lei.
1Jn 4:18 No amor não há medo; o amor que é totalmente verdadeiro afasta o medo. Portanto, aquele que sente medo não tem no seu coração o amor totalmente verdadeiro, porque o medo mostra que existe castigo.
1Jn 3:20 Pois, se o nosso coração nos condena, sabemos que Deus é maior do que o nosso coração e conhece tudo.
Revestidos por CristoEm resumo é isso, e contiuemos a crescer em Cristo, que é o mesmo ontem, hoje e sempre
A partir da nossa nova vida em Cristo, somos unidos com Cristo, nossa velha natureza está morta por causa daquilo que Ele fez na cruz, mas cabe a nós apropriar-nos disto pela Palavra e por Suas promessas. Quando tomamos a armadura que Ele nos dá (e não a nossa própria força de vontade), estamos dentro do Seu propósito e buscando-O em primeiro lugar
Gal 3:27 Porque vocês foram batizados para ficarem unidos com Cristo e assim se revestiram com as qualidades do próprio Cristo.
Eph 6:13 Por isso peguem agora a armadura que Deus lhes dá. Assim, quando chegar o dia de enfrentarem as forças do mal, vocês poderão resistir aos ataques do inimigo e, depois de lutarem até o fim, vocês continuarão firmes, sem recuar.
quarta-feira, 30 de março de 2011
O sacrifício que traz liberdade
Por que seguir a Cristo? Aliás, por que seguir alguém se eu mesmo posso cuidar da minha vida? Você vai mesmo se submeter a essas regras esdrúxulas? Rapaz, você é louco!!
Quantos cristãos já não ouviram declarações deste teor...imagine então o Rodolfo Abrantes, que largou aparente fama, sucesso e dinheiro pra seguir a Cristo. Mas a mudança se confirma pelos frutos. Basta analisar o destino que teria o Rodolfo dos Raimundos e que realidade ele vive hoje. Tanto ele como qualquer cristão deve estar preparado pra isso (1Pe 3:15 Antes, santifiquem Cristo como Senhor no coração. Estejam sempre preparados para responder a qualquer que lhes pedir a razão da esperança que há em vocês.).
Hoje encontrei uma bela frase no Facebook (sim, ele pode ser usado pro bem) que resumiu bastante essa troca que o cristão faz (a sua vida pela vida de Cristo): "Quando compreendemos a plenitude de nossa herança em Cristo, a oferta do mundo se mostra muito pobre.". Eis uma grande verdade: quando tomamos conta do privilégio que é viver com Cristo, qualquer coisa que o mundo oferece não tem valor. É desta maneira que o paradoxo de Lc 9 se desfaz. Ele afirma que ganhamos a vida se a perdemos por causa de Cristo.
Certa vez, escutei Rodolfo Abrantes dizendo que, a partir do momento que ele foi curado, já não podia mais esconder o milagre de Cristo na vida dele. E em 1Rs 18, Deus se fez presente no embate entre Elias e os adoradores de Baal porém ainda hoje, mesmo com todas essas provas, relutamos em confiar em Deus. E eu mesmo me pergunto: "se Deus é Deus por que não adorá-lo como deus?". E de fato, nunca conheci ninguém que se arrependeu de seguir a Cristo, e aqueles que O deixaram estão loucos pra voltar
Basta o ser humano notar que, em tudo, se fizermos do nosso jeito (sem a visão de futuro e do propósito) falharemos. Não podemos confiar em nós mesmos, sempre precisaremos de alguém externo como referência e nos orientando. Esse alguém é Jesus, que tem prazer quando descansamos nEle.
O evangelho pode ser loucura mas é somente com ele que alimentamos a nossa esperança, que recebemos companhia divina para nossos problemas. (Rom 1:16 Não me envergonho do evangelho, porque é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê: primeiro do judeu, depois do grego). Afinal, se você visse uma pessoa prestes a cair de um abismo e soubesse da solução, por acaso teria vergonha de falar?
Quantos cristãos já não ouviram declarações deste teor...imagine então o Rodolfo Abrantes, que largou aparente fama, sucesso e dinheiro pra seguir a Cristo. Mas a mudança se confirma pelos frutos. Basta analisar o destino que teria o Rodolfo dos Raimundos e que realidade ele vive hoje. Tanto ele como qualquer cristão deve estar preparado pra isso (1Pe 3:15 Antes, santifiquem Cristo como Senhor no coração. Estejam sempre preparados para responder a qualquer que lhes pedir a razão da esperança que há em vocês.).
Hoje encontrei uma bela frase no Facebook (sim, ele pode ser usado pro bem) que resumiu bastante essa troca que o cristão faz (a sua vida pela vida de Cristo): "Quando compreendemos a plenitude de nossa herança em Cristo, a oferta do mundo se mostra muito pobre.". Eis uma grande verdade: quando tomamos conta do privilégio que é viver com Cristo, qualquer coisa que o mundo oferece não tem valor. É desta maneira que o paradoxo de Lc 9 se desfaz. Ele afirma que ganhamos a vida se a perdemos por causa de Cristo.
Certa vez, escutei Rodolfo Abrantes dizendo que, a partir do momento que ele foi curado, já não podia mais esconder o milagre de Cristo na vida dele. E em 1Rs 18, Deus se fez presente no embate entre Elias e os adoradores de Baal porém ainda hoje, mesmo com todas essas provas, relutamos em confiar em Deus. E eu mesmo me pergunto: "se Deus é Deus por que não adorá-lo como deus?". E de fato, nunca conheci ninguém que se arrependeu de seguir a Cristo, e aqueles que O deixaram estão loucos pra voltar
O evangelho pode ser loucura mas é somente com ele que alimentamos a nossa esperança, que recebemos companhia divina para nossos problemas. (Rom 1:16 Não me envergonho do evangelho, porque é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê: primeiro do judeu, depois do grego). Afinal, se você visse uma pessoa prestes a cair de um abismo e soubesse da solução, por acaso teria vergonha de falar?
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Pensando demais no "eu"
Hoje em dia não é raro que as pessoas julguem a igreja como uma instituição que quer mandar no pensamento alheio, que não quer que as pessoas pensem por si próprias, que ela só serve para ditar regras à vida das pessoas. Poucos consideram a igreja como a instituição de Deus aqui na Terra (e esse é o papel que ela deve exercer).
Não vou aqui questionar as razões de as pessoas tirarem estas conclusões, mas não vou abrir mão do propósito de Deus para a igreja e para a vida de todos. O ser humano tende a pensar demais em si mesmo, em querer sempre tomar as decisões por si mesmo, sem depender de ninguém. Porém, ele não percebe que isso não é possível e continua tentando "dar murro em ponta de faca". A Bíblia fala que "Sem conselhos os planos fracassam, mas com muitos conselheiros há sucesso" (Pv 15:22)
Deus dá chance a todos (1Tm 2:4 Ele quer que todos sejam salvos e venham a conhecer a verdade) e Ele com certeza prefere que escolhamos a vontade dEle, pois ela é superior à nossa. Sim, pensamos que sabemos conduzir nossa vida, mas não sabemos. Veja o que diz Lc 9, 24-25: "Pois quem põe os seus próprios interesses em primeiro lugar nunca terá a vida verdadeira; mas quem esquece a si mesmo por minha causa terá a vida verdadeira. O que adianta alguém ganhar o mundo inteiro, mas perder a vida verdadeira e ser destruído?".
Precisamos entender que a palavra final sobre a nossa vida não depende de nós, mas ainda assim Deus nos permite várias escolhas, cujo limite são a sua vontade soberana. Somente quando negamos nossa própria vida podemos desfrutar daquilo que seria o plano de Deus para nós. Sim, é necessário experimentar para depois dizer o que é a vida que eu vivo e a vida que Deus quer que eu viva. Negamos nossa vida para viver algo melhor, com a plenitude de Deus. Só assim poderemos dizer tal qual Paulo em Gal 2:20: "Assim já não sou eu quem vive, mas Cristo é quem vive em mim. E esta vida que vivo agora, eu a vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e se deu a si mesmo por mim."
Por fim, saibamos que não temos luz própria, que nossos talentos advêm de um Criador e não do acaso. Afinal, se o mundo reside no acaso, pra que fomos criados com tantos talentos e características distintas?
Não vou aqui questionar as razões de as pessoas tirarem estas conclusões, mas não vou abrir mão do propósito de Deus para a igreja e para a vida de todos. O ser humano tende a pensar demais em si mesmo, em querer sempre tomar as decisões por si mesmo, sem depender de ninguém. Porém, ele não percebe que isso não é possível e continua tentando "dar murro em ponta de faca". A Bíblia fala que "Sem conselhos os planos fracassam, mas com muitos conselheiros há sucesso" (Pv 15:22)
Deus dá chance a todos (1Tm 2:4 Ele quer que todos sejam salvos e venham a conhecer a verdade) e Ele com certeza prefere que escolhamos a vontade dEle, pois ela é superior à nossa. Sim, pensamos que sabemos conduzir nossa vida, mas não sabemos. Veja o que diz Lc 9, 24-25: "Pois quem põe os seus próprios interesses em primeiro lugar nunca terá a vida verdadeira; mas quem esquece a si mesmo por minha causa terá a vida verdadeira. O que adianta alguém ganhar o mundo inteiro, mas perder a vida verdadeira e ser destruído?".
Precisamos entender que a palavra final sobre a nossa vida não depende de nós, mas ainda assim Deus nos permite várias escolhas, cujo limite são a sua vontade soberana. Somente quando negamos nossa própria vida podemos desfrutar daquilo que seria o plano de Deus para nós. Sim, é necessário experimentar para depois dizer o que é a vida que eu vivo e a vida que Deus quer que eu viva. Negamos nossa vida para viver algo melhor, com a plenitude de Deus. Só assim poderemos dizer tal qual Paulo em Gal 2:20: "Assim já não sou eu quem vive, mas Cristo é quem vive em mim. E esta vida que vivo agora, eu a vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e se deu a si mesmo por mim."
Por fim, saibamos que não temos luz própria, que nossos talentos advêm de um Criador e não do acaso. Afinal, se o mundo reside no acaso, pra que fomos criados com tantos talentos e características distintas?
quinta-feira, 22 de julho de 2010
Sufoco: é hora de respirar
Pressões fazem parte da vida de todos. Algumas vezes elas existem porque somos indecisos, perfeccionistas, em outros casos ocorre pelo fato de termos uma responsabilidade a cumprir.
Para os adolescentes, a pressão é ainda maior, pois é um momento onde sua imagem exterior vale muito mais que o interior. É uma fase na qual o caráter não é valorizado, pelo contrário, recebem a atenção aqueles que demonstram não ter caráter, que são ousados e que fazem coisas que ninguém poderia fazer. O problema destas pressões é que elas vêm carregadas de teor emocional, o que normalmente nos leva a tomar decisões erradas e equivocadas, coisas das quais nos arrependeremos depois.
Em Lc 8, Jesus fala da parábola do semeador e dos tipos de semente. No versículo 14, aborda o nosso dia-a-dia: "As sementes que caíram no meio dos espinhos são as pessoas que ouvem a mensagem. Porém as preocupações, as riquezas e os prazeres desta vida aumentam e sufocam essas pessoas. Por isso os frutos que elas produzem nunca amadurecem". Sim, todos têm preocupações mas temos a opção de não nos entregarmos a elas.
Pode-se afirmar: "mas é impossível não me preocupar, eu tenho que resolver isso etc etc". O problema de fixarmos nossos olhos naquilo que é terreno é o afastamento de Deus que isso traz. Quanto mais nos enchemos de coisas deste mundo, pouco espaço daremos a Deus e depois estaremos frios, duros, andando em círculos sem saber por quê.
Se isso condiz com sua condição atual, eis o que a Palavra fala em vários pontos: Persista, permaneça! Se nossas raízes não receberem o alimento de Deus, receberão o alimento do mundo, que não leva à vida (basta ver para onde o mundo está indo). Assim, quanto mais deixamos que as coisas do mundo nos dominem, menos conseguiremos andar na presença de Deus que nos dá paz. Jó 14, 7-9 diz: “Para uma árvore há esperança; se for cortada, brota de novo e torna a viver. Mesmo que as suas raízes envelheçam, e o seu toco morra na terra, basta um pouco de água, e ela brota, soltando galhos como uma planta nova."
O fruto da persistência até demora, mas ele chega com grande sabor
domingo, 20 de junho de 2010
O anúncio de boas novas
Hoje gostaria de fazer um desabafo ao leitor. Como cristão, gostaria muito de poder explicar e convencer a todos da beleza que é andar com Deus, e principalmente servi-lo. Num mundo capitalista e que só busca o lucro, é até uma ofensa falar de servidão. Mas tenho certeza que muitos não pensaram sobre o caminho que suas vidas tomam. Muitos andam nas suas próprias forças e conhecimento, sem um guia: é como um cego guiando outro cego (Lc 6, 39). Mal pararam pra pensar porque vivem. Bem, eu tenho uma boa notícia: ela se chama Evangelho (que quer dizer "boas novas") e tais pessoas podem começar a repensar nas suas vidas através deste vídeo.
Em seguida, quero afirmar categoricamente que por mais que eu tente anunciar e falar destas boas novas, isso será em vão se elas não estiverem abertas a mudarem de vida e a crerem na Palavra que lhes é pregada. Ninguém diz que algo é bom sem ter experimentado antes. Mas muitos dizem que o Evangelho é tolice sem ao menos tê-lo conhecido. Aliás, qualquer filosofia ou método que eu apresentar a alguém que não seja loucura só vai levá-la aos mesmos resultados que ela têm hoje. Como disse muito bem Ana Abrantes: "Loucura é fazer sempre as mesmas coisas e querer resultados diferentes."
Na última sexta-feira, dia 18 de junho de 2010, morreu José Saramago, que dizia que a religião embaçava sua visão e combatia com ardor o Cristianismo. C.S Lewis também era ateu, mas ao contrário de Saramago, se rendeu e converteu-se a Jesus, sendo posteriormente o autor da seguinte frase: "Eu creio no Cristianismo tal como creio que o sol nasceu. Não apenas porque o vejo, mas porque através dele eu vejo todas as outras coisas.". Agora, se compararmos a vida de quem segue a Deus com a de quem não segue, qual apresentará frutos mais coerentes e que levam a uma vida melhor? Será que vale a pena viver tudo o que se tem vontade, se muitas vezes somos levados a caminhos sem volta por causa de nossas vontades?
Para estas pessoas que questionam Deus, eu as questiono:
- será estamos num mundo sem pai, sem guia?
- será que tudo de bom e mau que acontece é ao acaso?
- você realmente prefere acreditar que sua vida aqui não tem propósito e significado algum?
- você realmente está contente com essa definição de mundo que você tem?
Independente das respostas, não ousarei explicar Deus nem sua soberania, pois nem a Bíblia explica Deus, ela apenas diz que Deus é, conforme os versículos abaixo:
Ex 3:14 Deus disse: "—EU SOU QUEM SOU. E disse ainda: —Você dirá o seguinte: “EU SOU me enviou a vocês."
Jo 8:58: "—Eu afirmo a vocês que isto é verdade: antes de Abraão nascer, “EU SOU”! —respondeu Jesus."
Jo 1:3: "Por meio da Palavra, Deus fez todas as coisas, e nada do que existe foi feito sem ela."
Jo 1:4 "A Palavra era a fonte da vida, e essa vida trouxe a luz para todas as pessoas."
Jo 1:10: "A Palavra estava no mundo, e por meio dela Deus fez o mundo, mas o mundo não a conheceu."
Jo 1:18: "Ninguém nunca viu Deus. Somente o Filho único, que é Deus e está ao lado do Pai, foi quem nos mostrou quem é Deus."
Mas como não posso deixar de anunciar uma boa nova (mesmo porque ela é boa), convido o leitor a deixar a desconfiança de lado achando que só mais uma história "bonitinha" e repensar sobre o rumo de sua vida:
- será que está tudo bem com ela?
- a sua vida é uma história tão "bonitinha" que não precise de nenhum conserto e/ou arrependimento?
- consegue seguir em frente sozinho?
- a fé produzida por esforço humano é suficiente?
Boa reflexão
quarta-feira, 7 de abril de 2010
Pequena reflexão acerca das conversões
Em 1Jo 3, temos uma boa referência do que é de fato uma verdadeira e uma falsa conversão ao Evangelho e, principalmente, de vida.
A base de tudo está em 1Jo 3,6: "Assim, quem vive unido com Cristo não continua pecando. Porém quem continua pecando nunca o viu e nunca o conheceu.". Ou seja, não é possível nem coerente nem aceitável que alguém que fazia o que é condenável segundo as ordenanças de Deus continue fazendo as mesmas coisas depois que proclama sua conversão. Um exemplo bem claro pra mim são Carla Perez e seu marido Xandy. Já anunciaram várias vezes que se converteram mas ainda continuam com as mesmas práticas, esboçando sensualidade em suas danças, cantando músicas seculares de letra questionável, falando de coisas fúteis, etc. Isso sem falar nas pessoas de Gretchen e Monique Evans, que várias vezes declararam ser "evangélicas" mas nada de Cristo se vê na vida delas.
Vejam a continuidade do capítulo, ela reflete alguns desses exemplos:
1Jo 3,7: Meus filhinhos, não deixem que ninguém os engane. Aquele que faz o que é correto é correto, assim como Cristo é correto.
1Jo 3,8: Quem continua pecando pertence ao Diabo porque o Diabo peca desde a criação do mundo. E o Filho de Deus veio para isto: para destruir o que o Diabo tem feito.
1Jo 3,9: Quem é filho de Deus não continua pecando, porque a vida que Deus dá permanece nessa pessoa. E ela não pode continuar pecando, porque Deus é o seu Pai.
1Jo 3,10: A diferença clara que existe entre os filhos de Deus e os filhos do Diabo é esta: quem não faz o que é correto ou não ama o seu irmão não é filho de Deus.
1Jo 3,12: Não sejamos como Caim, que pertencia ao Maligno e matou o próprio irmão. E por que o matou? Porque o que Caim fazia era mau, e o que o seu irmão fazia era bom.
Corroborando o que é dito em Mt 22,38, a mensagem de 1Jo 3,11 reforça que primeiramente precisamos amar uns aos outros ("A mensagem que vocês ouviram desde o princípio é esta: que nos amemos uns aos outros"). E antes que alguém pense que é fácil amar, continue lendo o capítulo e verifique o que diz 1Jo 3,18: "Meus filhinhos, o nosso amor não deve ser somente de palavras e de conversa. Deve ser um amor verdadeiro, que se mostra por meio de ações.". Não basta somente falar de amor, pregar sobre amor se nossa vida não reflete nada disso e não se parece com Cristo. Por isso há muitos pregadores que cativam as ovelhas mas não cativam a própria família.
Finalizo a reflexão lembrando que não posso pertencer a Deus, mesmo que eu diga que pertenço, se minha vida não reflete nenhum dos frutos do Espírito. Qualquer dúvida, leia 1Jo 3 novamente
A base de tudo está em 1Jo 3,6: "Assim, quem vive unido com Cristo não continua pecando. Porém quem continua pecando nunca o viu e nunca o conheceu.". Ou seja, não é possível nem coerente nem aceitável que alguém que fazia o que é condenável segundo as ordenanças de Deus continue fazendo as mesmas coisas depois que proclama sua conversão. Um exemplo bem claro pra mim são Carla Perez e seu marido Xandy. Já anunciaram várias vezes que se converteram mas ainda continuam com as mesmas práticas, esboçando sensualidade em suas danças, cantando músicas seculares de letra questionável, falando de coisas fúteis, etc. Isso sem falar nas pessoas de Gretchen e Monique Evans, que várias vezes declararam ser "evangélicas" mas nada de Cristo se vê na vida delas.
Vejam a continuidade do capítulo, ela reflete alguns desses exemplos:
1Jo 3,7: Meus filhinhos, não deixem que ninguém os engane. Aquele que faz o que é correto é correto, assim como Cristo é correto.
1Jo 3,8: Quem continua pecando pertence ao Diabo porque o Diabo peca desde a criação do mundo. E o Filho de Deus veio para isto: para destruir o que o Diabo tem feito.
1Jo 3,9: Quem é filho de Deus não continua pecando, porque a vida que Deus dá permanece nessa pessoa. E ela não pode continuar pecando, porque Deus é o seu Pai.
1Jo 3,10: A diferença clara que existe entre os filhos de Deus e os filhos do Diabo é esta: quem não faz o que é correto ou não ama o seu irmão não é filho de Deus.
1Jo 3,12: Não sejamos como Caim, que pertencia ao Maligno e matou o próprio irmão. E por que o matou? Porque o que Caim fazia era mau, e o que o seu irmão fazia era bom.
Corroborando o que é dito em Mt 22,38, a mensagem de 1Jo 3,11 reforça que primeiramente precisamos amar uns aos outros ("A mensagem que vocês ouviram desde o princípio é esta: que nos amemos uns aos outros"). E antes que alguém pense que é fácil amar, continue lendo o capítulo e verifique o que diz 1Jo 3,18: "Meus filhinhos, o nosso amor não deve ser somente de palavras e de conversa. Deve ser um amor verdadeiro, que se mostra por meio de ações.". Não basta somente falar de amor, pregar sobre amor se nossa vida não reflete nada disso e não se parece com Cristo. Por isso há muitos pregadores que cativam as ovelhas mas não cativam a própria família.
Finalizo a reflexão lembrando que não posso pertencer a Deus, mesmo que eu diga que pertenço, se minha vida não reflete nenhum dos frutos do Espírito. Qualquer dúvida, leia 1Jo 3 novamente
domingo, 28 de fevereiro de 2010
Um deus pessoal
Dentre todas as diversas variações de crença e fé, encontro somente no Cristianismo um deus pessoal, preocupado com a criatura em si. Não é difícil encontrar pessoas que crêem num "ser superior" (o qual de fato Deus é) mas que sentem esse deus muito distante delas. Para elas, é até aceitável e coerente que Deus tenha criado o mundo e que o controle, mas daí a ser um deus pessoal, o ceticismo delas vence.
Muitos têm medo da Bíblia e apenas a rotulam como um livro de regras, que diz o que podemos ou não podemos fazer. Estes que pensam assim pouco pararam para analisar o que as Escrituras realmente são e querem mostrar. Gosto muito da definição do Pr. Marcos Ramos, da PIB Joinville, que afirma que o Evangelho é uma proposta de vida para todos. Ou seja, você pode optar em confiar em seu próprio conhecimento (e nunca temos o conhecimento suficiente) ou pode optar em confiar no "manual da criatura", que já nos orienta em todas as situações da vida. Optando pela primeira escolha, provavelmente entramos num caminho largo e desconhecido (e sem regras). Já a segunda escolha nos leva a um caminho estreito, mas com as devidas orientações (por causa das regras).
No livro "O Deus (in)visível", Philip Yancey cita na página 58: "Deus está em todo lugar, ainda que seja invisível, silencioso ,aparentemente ausente e indiferente. Alguns intelectuais podem cultuar esse Deus ausente, mas a maioria dos cristãos prefere Jesus, a imagem de Deus como pai amoroso. Não precisamos apenas de um relojoeiro que dê corda no Universo e o deixe seguir seu curso. Precisamos de amor, misericórdia, perdão e graça, qualidades que apenas um deus pessoal pode oferecer". A Bíblia inclusive nem tenta provar Deus, ela apenas parte do pressuposto que Ele existe. Veja que em 1Tm 1,17, Deus já é tratado como invisível: "Ao Rei eterno, imortal e invisível, o único Deus—a ele sejam dadas a honra e a glória, para todo o sempre! Amém!".
Finalizo meu post com o testemunho de Saulo, que perseguia os cristãos quando não conhecia a Palavra e a fé era loucura pra ele, mas o arrependimento o transformou em Paulo, aquele que levava a Palavra.
1Tm 1,13: Ele fez isso apesar de eu ter dito blasfêmias contra ele no passado e de o ter perseguido e insultado. Mas Deus teve misericórdia de mim, pois eu não tinha fé e por isso não sabia o que estava fazendo.
At 8,3: Porém Saulo se esforçava para acabar com a igreja. Ele ia de casa em casa, arrastava homens e mulheres e os jogava na cadeia.
At 9,4: Ele caiu no chão e ouviu uma voz que dizia: —Saulo, Saulo, por que você me persegue?
At 9,5: —Quem é o senhor? —perguntou ele. A voz respondeu: —Eu sou Jesus, aquele que você persegue.
"Como me deste um arrependimento do qual não me arrependo, dá-me, ó Senhor, um temor que eu não precise temer" (John Donne, Devotions, pg 41)
Muitos têm medo da Bíblia e apenas a rotulam como um livro de regras, que diz o que podemos ou não podemos fazer. Estes que pensam assim pouco pararam para analisar o que as Escrituras realmente são e querem mostrar. Gosto muito da definição do Pr. Marcos Ramos, da PIB Joinville, que afirma que o Evangelho é uma proposta de vida para todos. Ou seja, você pode optar em confiar em seu próprio conhecimento (e nunca temos o conhecimento suficiente) ou pode optar em confiar no "manual da criatura", que já nos orienta em todas as situações da vida. Optando pela primeira escolha, provavelmente entramos num caminho largo e desconhecido (e sem regras). Já a segunda escolha nos leva a um caminho estreito, mas com as devidas orientações (por causa das regras).
No livro "O Deus (in)visível", Philip Yancey cita na página 58: "Deus está em todo lugar, ainda que seja invisível, silencioso ,aparentemente ausente e indiferente. Alguns intelectuais podem cultuar esse Deus ausente, mas a maioria dos cristãos prefere Jesus, a imagem de Deus como pai amoroso. Não precisamos apenas de um relojoeiro que dê corda no Universo e o deixe seguir seu curso. Precisamos de amor, misericórdia, perdão e graça, qualidades que apenas um deus pessoal pode oferecer". A Bíblia inclusive nem tenta provar Deus, ela apenas parte do pressuposto que Ele existe. Veja que em 1Tm 1,17, Deus já é tratado como invisível: "Ao Rei eterno, imortal e invisível, o único Deus—a ele sejam dadas a honra e a glória, para todo o sempre! Amém!".
Finalizo meu post com o testemunho de Saulo, que perseguia os cristãos quando não conhecia a Palavra e a fé era loucura pra ele, mas o arrependimento o transformou em Paulo, aquele que levava a Palavra.
1Tm 1,13: Ele fez isso apesar de eu ter dito blasfêmias contra ele no passado e de o ter perseguido e insultado. Mas Deus teve misericórdia de mim, pois eu não tinha fé e por isso não sabia o que estava fazendo.
At 8,3: Porém Saulo se esforçava para acabar com a igreja. Ele ia de casa em casa, arrastava homens e mulheres e os jogava na cadeia.
At 9,4: Ele caiu no chão e ouviu uma voz que dizia: —Saulo, Saulo, por que você me persegue?
At 9,5: —Quem é o senhor? —perguntou ele. A voz respondeu: —Eu sou Jesus, aquele que você persegue.
"Como me deste um arrependimento do qual não me arrependo, dá-me, ó Senhor, um temor que eu não precise temer" (John Donne, Devotions, pg 41)
domingo, 7 de fevereiro de 2010
Lost: a realidade alternativa
Sou grande fã do seriado Lost e não escondo isso de ninguém. Porém hoje gostaria de abordar a atitude dos personagens e sua insistência em voltar pra ilha mesmo depois de terem conseguido a tão sonhada liberdade após o resgate.
Tal qual o filme Avatar, Lost também aborda a possibilidade de uma realidade alternativa, na qual podemos ser aquilo que queremos, podemos ser invencíveis, onde nossos medos e falhas não nos perseguem. A Palavra de Deus vem exatamente de encontro a tudo isso. Ela nos confronta com tudo aquilo que insistimos em carregar mesmo que isso nos mutile e faça mal. Muitos ainda preferem carregar o fardo do que renovar sua mente e viver livremente.
Em Lost, os sobreviventes lutam muito para serem resgatados mas quando voltam ao mundo real, trazem consigo o fardo da mentira por causa de situações mal-resolvidas na ilha e por coisas que desejam esconder sobre suas vidas reais. Resultado: a vida deles no mundo real fica insustentável e ao final da terceira temporada, Jack emite um sonoro "We have to go back". Na ilha, ninguém os conhecia, seus erros eram camuflados, o passado não os perseguia (porque todos pensavam que estavam mortos).
Enfim, era uma maneira de as pessoas recomeçarem suas vidas sem necessariamente resolver o que estava errado ou arrepender-se do que era necessário. Tanto que os erros que eles cometiam no mundo real também cometiam na ilha e sempre buscavam um motivo para brigar entre si. Em suma, é o pecado e egoísmo dominando as pessoas.
Jesus nos chama sempre à realidade, que por mais difícil que seja, Ele assim o permite e Ele dá o escape para enfrentarmos e sairmos dela. Tem dúvida? Leia a Palavra de Deus e pratique. Daí sim você será uma nova pessoa e nunca mais vai querer buscar uma ilha ou um mundo virtual
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Novos sofrimentos, novas portas
Há um grande engano na associação de que a vida com Deus é o que precisamos para viver sem problemas. De fato, isso não é verdade, porque é fato que muitos que seguem a Deus continuam sofrendo o mesmo, ou mais, do que quando não seguiam.
Faço questão de deixar isto claro para que todos possam compreender que o amor de Deus contempla sofrimentos, que são sempre usados para o nosso bem e para um propósito definido (Rm 8, 28). É importante que vivamos a verdade que a Bíblia mostra, sob pena de carregarmos uma frustração inexistente em Deus.
Na maioria das vezes que se fala de provação na bíblia, fala-se em "quando" e não "se". Ou seja, passaremos sim por problemas e provaçãoes, não há como evitar. Porém Deus não muda (Hb 13, 8) tampouco Sua promessa. Vejamos o que diz em 1Pe 4:19: "Por isso os que sofrem porque esta é a vontade de Deus para eles devem, por meio das suas boas ações, entregar-se completamente aos cuidados do Criador, que sempre cumpre as suas promessas". Muitos pensam que Deus prefere que ajudemos a igreja com dinheiro nas suas necessidades do que contribuamos com ela através de nossos dons e talentos (Vide 1Pe 4, 10).
Mas na verdade, Deus quer muito mais a entrega do nosso ser e o nosso coração. O foco dEle não é que sejamos ricos, de forma alguma! O foco dele é que nos tornemos parecidos com Deus (Fp 1, 6; 2Co 3, 18). E tal como Jesus sofreu, não é de se estranhar que também soframos e tudo isso nos fazer conhecer mais SOBRE Deus do que conhecer DE Deus. Em 2Co 4:13, vemos a convicção de quem tinha experiência com Deus e por isso afirmou isso com tal segurança ("As Escrituras Sagradas dizem: “Eu cri e por isso falei. 'Pois assim nós, que temos a mesma fé em Deus, também falamos porque cremos'").
E qual a esperança para todo aquele que sofre? Ter em Deus o seu porto seguro, sabendo que Ele sempre abre novas portas para continuarmos nossa vida (Pv 24:16: "A pessoa honesta pode cair muitas vezes, que sempre se levanta de novo. Mas a desgraça acaba com os maus").
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quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Hábitos e heranças
Vendo a reportagem do "Bom dia Brasil" sobre o hábito de os pais fumarem e beberem na frente dos filhos (veja reportagem), lembrei que a enorme influência que as pessoas que estão próximas a nós têm sobre nossas vidas (1Co 15:33 Não se enganem: “As más companhias estragam os bons costumes. ”).
É normal considerarmos bastante a opinião de quem está perto e não é raro nos tornar semelhante às pessoas que convivem muito conosco. O problema é quando essas relações próximas trazem péssimos hábitos. Quantos pais não ofereceram cerveja aos filhos, ainda pequenos, para dizer "olha, meu filho é macho mesmo"? Na reportagem exibida hoje, tais pais devem estar bastante arrependidos hoje por induzirem seus filhos ao erro, pois hoje muitos estão perigosamente viciados e alguns tentando se livrar desta prisão na qual se envolveram.
Na mesma linha, me veio à mente o que aconteceria com estes filhos se os pais tivessem hábitos cristãos. Que diferença haveria na vida destes filhos se eles convivessem desde cedo com a Verdade? É incrível como muitos filhos tomam como correto aquilo que os pais ensinam, mas desprezam aquilo que a Bíblia ensina. Ora, todo ensinamento é passado de geração em geração e a veracidade do mesmo se dá quando no mínimo alguém ousa aplicá-lo em sua própria vida. Por isso, qualquer refutação dos princípios bíblicos sem ao menos conhecê-los e aplicá-los é mera intriga da oposição, mero medo do desconhecido. Será que estes filhos que hoje estão presos ao vício não gostariam de ser libertos? E se o Evangelho fosse (e é) a saída procurada, por acaso eles rejeitariam ou seriam gratos por tudo aquilo que Deus nos oferece? Será que se esses filhos vissem seus pais terem uma vida plena mesmo servindo a Deus, eles criticariam ou diriam que estão sendo idiotas servindo a algo que não vêem?
Existem muitas pessoas que apenas ouviram falar de Deus e O acham muito distante de si mesmos, ou que não querem abrir mão dos costumes atuais para viver aquilo que Ele planejou (que é muito maior e melhor que os nossos planos). Convido todos a desenvolver o interesse pelas obras de Deus e experimentar o que Ele tem de melhor, aplicando aquilo que Ele pede (são as regras do jogo). Praticamos vários atos de fé diaramente e não percebemos: confiamos no ensinamento que o professor, no que o amigo diz, no que o chefe orienta e tudo isso exige obediência para somente no futuro ver os frutos. Não é diferente com Deus, portanto vá em frente e arrisque-se a perder sua vida atual para ganhar uma melhor ainda!
Como reflexão, vejam o que diz Ef 4, 20-23. Os versículos 20 e 21 dizem que como seguidores de Cristo (e é necessário fé e coragem pra seguir algo e só se segue algo que se mostra vivo e verdadeiro na vida de outrem), aprendemos uma nova maneira de viver (aprender inclui cair e levantar e mesmo assim ser obediente). Muitas vezes aprendemos com o bom testemunho que vemos em outras pessoas e daí quebramos paradigmas vendo que é possível ser livre mesmo sendo servo de Cristo. Tal curiosidade gera admiração e passamos a aprender com estes bons testemunhos, é gratificante! Neste estágio, continuamos precisando de fé, pois só aprendemos com outras pessoas quando confiamos naquilo que elas dizem para nós (e assim, de boca em boca, o ensinamento de Cristo é propagado). No versículo 22, fica claro que nossa vida sem Cristo nos leva a desejos traiçoeiros e enganosos, que destroem nossa vida. Por fim, o versículo 23 fala na esperança da nova vida, que é a que Cristo oferece!
Ef 4:20 Mas não foi essa a maneira de viver que vocês aprenderam como seguidores de Cristo.
Ef 4:21 Com certeza vocês ouviram falar dele e, como seus seguidores, aprenderam a verdade que está em Jesus.
Ef 4:22 Portanto, abandonem a velha natureza de vocês, que fazia com que vocês vivessem uma vida de pecados e que estava sendo destruída pelos seus desejos enganosos.
Ef 4:23 É preciso que o coração e a mente de vocês sejam completamente renovados.
Que tal uma nova vida hoje?
domingo, 4 de outubro de 2009
Conhecer para depois concluir
Uma péssima mania do ser humano em geral é concluir antes de conhecer, fazendo julgamentos segundo a aparência, que, além de errôneos, geram falsas impressões e a também popularmente conhecida "fofoca".
Vejam quantas coisas negativas foram citadas no parágrafo acima somente pelos julgamentos prévios, antes de se conhecer algo devidamente. Quanto desperdício de tempo e de energia às custas de um relacionamento que poderia ser estabelecido e não foi, uma idéia que poderia ser revista e não foi.
O mesmo ocorre com Deus e o Cristianismo. Quantas vezes, antes de me converter, eu mesmo criticava tudo isso e colocava tudo na mesma panela! Mas ainda bem que Deus teve misericórdia da minha vida e me mostrou que esse caminho me levaria a abismos, que meus ideais de vida estavam errados e que era necessário que eu me aproximasse e conhecesse mais dEle. E isto está confirmado em Hb 10, 22 (RA): "Aproximemo-nos, com sincero coração, em plena certeza de fé, tendo o coração purificado de má consciência e lavado o corpo com água pura."
Outra maneira de conhecer o Senhor é temê-Lo. Lembre-se: temor e não terror. Temor = cuidado, vigilância; terror = pavor constante. Vejam o que diz Pv 2, 3-5 (NTLH): "Sim, peça sabedoria e grite pedindo entendimento. Procure essas coisas, como se procurasse prata ou um tesouro escondido. Se você fizer isso, saberá o que quer dizer temer o SENHOR, e aprenderá a conhecê-lo"
E esse conhecimento vai aumentando conforme vamos nos dispondo a conhecer Deus, o que torna a relação mais prazeirosa. Cl 3.10 (NTLH): "E se vestiram com uma nova natureza. Essa natureza é a nova pessoa que Deus, o seu criador, está sempre renovando para que ela se torne parecida com ele, a fim de fazer com que vocês o conheçam completamente."
Por fim, não desanimemos se o mundo não reconhecer nosso esforço pois para ele conhecer alguém invisível será loucura, mas assim como é triste para um sóbrio ver um bêbado fazer escândalo, assim é para o cristão ver o ímpio escarnecer de Deus. O ímpio acha loucura crer em Deus mas acha normal crer em Geração Espontânea, em acaso, em seus próprios e limitados conceitos. Para tudo isso, vale a pena ver o que diz em 1Jo 3, 1 (NTLH): "Vejam como é grande o amor do Pai por nós! O seu amor é tão grande, que somos chamados de filhos de Deus e somos, de fato, seus filhos. É por isso que o mundo não nos conhece, pois não conheceu a Deus."
Por fim, qualquer conclusão só poderá ser tomada após realmente conhecer o assunto. Será que você pode aplicar isso na sua vida hoje?
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
Corações distraídos
Ao longo da vida, certamente alguém já tentou focar em algo e não conseguiu. Momentos depois, ao perceber que perdeu o rumo do caminho correto, viu-se perdido e sem saber como voltar. No livro "Simplesmente como Jesus", Max Lucado aborda sobre corações distraídos, corações que deveriam trilhar um determinado caminho mas que estão sem a devida orientação.
Por mais difícil que pareça, boa parte da solução estão nos hábitos que temos, e para mudá-los somente através da renovação da mente (Rm 12, 2). Isso não se compra, não se adquire, não se molda, não se obtém à força, é algo mais profundo, que afeta nosso coração, justamente aquilo que Deus deseja que entreguemos a Ele.
"A vida já é dura por si mesma. E fica mais dura quando nos dirigimos na direção errada. Uma das incríveis capacidades de Jesus foi de manter a direção rumo ao alvo. Sua vida nunca saiu do trilho. Nem uma única vez o encontramos caminhando do lado errado da pista.". Essa é uma das citações do livro que mais evidencia a necessidade de um Salvador para o ser humano. Sem este salvador, todo ser humano tenta viver como deus: às suas próprias forças, com seus próprios princípios, achando que tem controle de tudo.
E como deveríamos conduzir nosso coração? Max Lucado responde: "Se o coração é uma estufa e nossos pensamentos são sementes, não deveríamos ter cuidado com o que semeamos? Não
deveríamos ser seletivos a respeito das sementes que permitimos entrar na estufa? Não deveria haver um sentinela na porta?" (...) "Dois motoristas estão presos no mesmo congestionamento de
trânsito. Um deles ferve de cólera, pensando: Meu horário está arruinado. O outro lança um suspiro de alívio: Boa oportunidade para andar mais devagar. Duas mães enfrentam a mesma tragédia. Uma fica destruída: Nunca vou me recuperar disto. A outra está decaída, porém decidida: Deus me ajudará a continuar em frente. Dois executivos enfrentam o mesmo êxito. Um dá a si mesmo tapinhas nas costas e fica petulante. O outro dá crédito a Deus e
seu agradecimento aumenta. Dois maridos cometem o mesmo erro. Um, amargamente, tem
certeza de que ultrapassou o limite da graça de Deus. O outro, com gratidão, dá por certo que descobriu uma nova profundidade da graça de Deus."
Pra finalizar, Max Lucado faz uma bela comparação da nossa mente com uma casa que foi entregue aos nossos cuidados. "Vamos supor que eu peça a você que cuide de minha casa enquanto eu saio de viagem. Você promete manter tudo em ordem. Mas quando eu regresso encontro o lugar arruinado. O tapete está destroçado, as paredes enlameadas, os móveis destruídos. Sua explicação não ajuda em nada: uns motoqueiros vieram e precisavam de um lugar para se alojar. Depois, o time de futebol ligou procurando um lugar onde fazer uma festa. Ah, também ligou o clube da irmandade, procurando um lugar onde pudesse celebrar as cerimônias de iniciação. Como dono, eu tenho uma pergunta: 'Você não sabe dizer não? Esta não é sua casa. Você não tem o direito de permitir que entre qualquer um que queira entrar'."
Finalizo citando Pv 4:27: "Não declines nem para a direita nem para a esquerda; retira o teu pé do mal.", e não somente retirar o pé do mal, como também afastar de toda aparência do mal (1Ts 5:22: "Abstende-vos de toda aparência do mal"). Pois, em toda a vida "Há caminho que ao homem parece direito, mas o fim dele são os caminhos da morte." (Pv 14:12)
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Recomeçar e seguir em frente: sempre necessário!
Manos,
Li o texto "A benção de recomeçar", do blog Crer e Pensar e gostaria de compartilhar com vocês porque na vida passamos muito mais tempo esperando e passando por provações do que recebendo. Por isso, precisamos saber como agir durante o período de espera, para não perder tempo tal como a nação de Israel rodeando o monte Horebe (Dt 1, 6) ou os dois discípulos no caminho de Emaús (Lc 24).
É nos períodos de crise que temos grandes experiências com Deus e só podemos conhecê-Lo assim, através de experiências. Não adianta estudarmos sobre Deus sem querer buscá-Lo verdadeiramente.
E para você que está recomeçando algo hoje ou precisará recomeçar algo (e isso certamente acontecerá), deixo os seguintes versículos para meditação:
Hb 10:39: "Nós não somos gente que volta atrás e se perde. Pelo contrário, temos fé e somos salvos."
Pv 24:16: "Porque sete vezes cairá o justo, e se levantará; mas os ímpios tropeçarão no mal."
2Co 12:9: "E disse-me: A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, me gloriarei nas minhas fraquezas, para que em mim habite o poder de Cristo."
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sábado, 15 de agosto de 2009
100% dEle
É estranho como pedimos para Deus nos moldar, trabalhar em nossa vida, mas quando isso acontece reclamamos, perguntamos por quê isso está acontecendo e, principalmente, não buscamos ajuda diretamente dEle.
No livro "Uma Vida com Propósitos", de Rick Warren, há uma única vez em que ele cita a palavra "ansiedade" e é justamente no trecho que diz: "Como você sabe quando Deus está no centro da sua vida? Quando Deus está no centro de sua vida, você adora. Quando não está, você fica preocupado. A ansiedade é a luz de advertência, que indica que Deus foi empurrado para o lado. Você voltará a ter paz no instante em que o coloca de volta ao centro. A Bíblia diz: A consciência da completitude de Deus [...] dará paz a vocês. É maravilhoso quando Cristo desfaz a preocupação que está no centro de sua vida.". E encontrei uma bela prova disso no Antigo Testamento, em 2Cr 15:15: "O povo de Judá ficou alegre por causa desse juramento, que tinha feito com todo o coração. E, por terem procurado o SENHOR com toda a boa vontade, ele deixou que o achassem e permitiu que vivessem em paz com todos os povos vizinhos."
Lendo o capitulo 15 e 16 de Crônicas, vemos que por causa da obediência do Rei Asa, não houve guerra durante muito tempo, ela só voltou a ocorrer quando as pessoas se afastaram de Deus, tal como a colega @deborahramos tweetou ontem: "Já pararam pra pensar? Quando nos distraímos com coisas não relacionadas com a comunhão com o pai, enfraquecemos?". Logo após, ela mesma respondeu com outro tweet: "Jesus nos pediu constante comunhão com Ele quando disse:“Orai sem cessar” (II Tessalonicenses 5.17)".
E é isso que venho chamar a atenção para todo aquele que se sente "dormente" na vida cristã, achando que Deus está longe, com dificuldade de orar, querendo entender o que está acontecendo. Na verdade, sempre que tentamos entender as coisas, só perdemos tempo e andamos em círculos. Deus nos chama para avançar, não pra retroceder, não podemos parar, somente seguir em frente (Hb 10, 39). Chega de confiarmos na própria sabedoria, isso é inútil e isto sim é IRRACIONAL, afinal alguém confiaria em alguém limitado? Vejam o que está escrito em 1Co 2:4: "O meu ensinamento e a minha mensagem não foram dados com a linguagem da sabedoria humana, mas com provas firmes do poder do Espírito de Deus.".
Concluo meu raciocínio incentivando-nos a recordarmos do primeiro amor (Col 1:23: "Mas é preciso que vocês continuem fiéis, firmados sobre um alicerce seguro, sem se afastar da esperança que receberam quando ouviram a boa notícia."). Naquela época, era mais fácil ser 100% dEle porque buscávamos ajuda direto da fonte. E agora, por que é diferente?
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