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    sexta-feira, 29 de outubro de 2010

    Regras, liberdade e o pecado

    Muito se questionam os limites e regras comentados no meio cristão. Diz-se que eles limitam a vida das pessoas, que causam repressão, que querem controlar a vida dos outros. Tirando o fato de que qualquer benefício pode ser usado para o mal, creio que poucas pessoas pensam no rumo de suas vidas e se deixam engolir pelo dia-a-dia, vivendo conforme as situações as levam. Muitos pensam que o pecado tira a nossa liberdade (não se pode fazer isso, aquilo, etc), já eu vejo, pela Palavra, que o pecado nos dá a liberdade...de escolher fazer a coisa certa

    Por isso mesmo é importante ter referências e limites, sem os quais andamos em círculos na vida. Um bom exemplo é o trânsito. Tal qual a vida cristã, o trânsito tem regras e muitos acham que elas devem ser respeitadas, pois sabem que há um propósito por trás de cada regra. Por que então seria diferente com a vida cristã? Entretanto, o peso do julgamento é outro.

    Também acho exagerado falar em repressão, pois existem várias coisas que sabemos que não devemos fazer, embora exista a vontade de fazer somente para deixar "vazar" a raiva. Por que é diferente na vida cristã?

    Como se vê, limites e regras existem em todo o lugar, mas creio que o importante seja conhecer o porquê e o propósito. É isso que motiva as pessoas a terem disciplina. Com o conhecimento, vem a obediência. Além disso, Deus não nos criaria sem propósito, certo? Muitos acham que Ele nos abandonou neste mundo por causa das dificuldades mas as dificuldades são justamente o megafone de Deus para o ser humano, para que ele deixe de viver pra si mesmo.


    segunda-feira, 18 de outubro de 2010

    O problema do conhecimento

    No momento atual, com a internet, não é mais tão difícil obter conhecimento. Entretanto, conforme afirmado em Lc 12, 48 "Assim será pedido muito de quem recebe muito; e, daquele a quem muito é dado, muito mais será pedido". O excesso de conhecimento traz distração e indecisão, mas a falta de conhecimento nos põe em risco de ser enganado perante a situações e pessoas. Desta forma, o equilíbrio e a sabedoria de Deus são os requisitos que precisamos para dosar a influência do conhecimento nas nossas atitudes.

    O Evangelho por si só já traz um grande conhecimento: o da natureza pecaminosa humana. E a partir disso a decisão do homem pode ser tanto rejeitar o Evangelho como aceitar viver conforme ele propõe e obter a vida abundante que ele promete. E ainda há a classe daqueles que conheceram a Palavra, desfrutaram dela e a rejeitaram. Tais pessoas têm o conhecimento, sabem das conseqüências e ainda assim, não conseguem tomar a atitude que esperam de si mesmas (2Pe 2,20).

    O Espírito Santo que habita em cada nova criatura também nos traz conhecimento: o do pecado, da justiça e do juízo (Jo 16,8) e esse conhecimento também requer uma atitude (1Jo 3, 18). Porém, o cristão sempre está em processo de santificação, tentando largar os velhos hábitos e dar lugar àquilo que Cristo ensina para nossa vida e nem sempre estamos decididos a mudar aquilo que precisa ser mudado. Nem por isso Deus nos ama menos, mas por isso mesmo Ele nos ama, para corrigir (Hb 12, 5)

    A soberba é outra problema do conhecimento. Por vezes, nos consideramos bons demais perante aqueles que não têm o mesmo entendimento e começamos a segregar ao invés de aproximar. Com toda certeza não é isso que Deus planejou para suas criaturas e este tipo de atitude só nos leva para longe dele (imagine se todos agissem assim), tal qual Pv 8, 13. Quanto mais conhecimento se adquire, é possível que passemos a não concordar com coisas que antes eram indiferentes para nós, mas o problema disso é quando a intolerância se une com a soberba. Devemos ser sim intolerantes e bereanos (At 17, 11) com preceitos que são contrários à Palavra, mas a diferença é como reagiremos a isso. Além disso, é importante classificar aquilo que não é importante para que o essencial não se perca por causa do detalhe do conhecimento adquirido (Ec 1,18: "Quanto mais sábia é uma pessoa, mais aborrecimentos ela tem; e, quanto mais sabe, mais sofre").

    Creio que a resposta para o conhecimento que temos já foi elucidada no texto. E tal resposta está na Palavra. Cada situação demonstrada acima possuía uma referência no nosso manual de vida, a Bíblia e este conhecimento não tem preço


    domingo, 8 de agosto de 2010

    Temor de Deus e a mudança

    Normalmente esperamos que algo de errado aconteça para então tomar uma nova atitude e nos perguntamos porque demoramos tanto pra mudar. Eis alguns itens:

    1 - teimosia: insistimos nas verdades que tanto achamos que são verdades. O filho pródigo (Lc 15) não sossegou enquanto não recebeu sua herança para desfrutar a seu bel prazer. Teve de "quebrar a cabeça" para averiguar que a casa de seu pai era o melhor lugar para ele estar

    2 - disciplina: viver a vida cristã exige disciplina e obediência a princípios. Não é uma fé chata, que só nos consome sem um alvo, sem um propósito definido, mas é uma fé que dá rumos certos a uma vida que achávamos que estava certa, somente por obedecermos à nossa carne e fazermos aquilo que nos dava vontade. Em Hb 12 pode-se ter uma noção do que é a caminhada cristã

    3 - conforto na escuridão: por mais que estejamos errados, normalmente o que está errado também nos dá prazer. Quantas pessoas já ficaram bêbadas, fizeram tudo o que sempre queriam fazer, que as levava a um prazer momentâneo e depois se arrependeram? Assim é a escuridão, buscando sempre um lugar pra extravasar a impotência de ser totalmente livre (vide 1Jo 1)

    E para quem foi agraciado pela mudança antes da tragédia, com certeza teve temor da conseqüência para a qual caminhava e por isso mudou seus caminhos, sem se preocupar com que os outros iriam falar pois a vida dela era mais importante. Assim, não valeria então ouvir o que Deus tem a nos dizer? Será que esse temor não seria positivo?

    Ec 7,15-19:
    A minha vida tem sido uma ilusão, mas nela eu tenho visto de tudo. Há pessoas boas que morrem, e há pessoas más que continuam a viver a sua vida errada.
    Por isso, não seja bom demais, nem sábio demais; por que você iria se destruir?
    Mas também não seja mau demais, nem tolo demais; por que você iria morrer antes do tempo?
    Evite tanto uma coisa como a outra. Se você temer a Deus, terá sucesso em tudo.

    Pv 2,4-5
    Procure essas coisas, como se procurasse prata ou um tesouro escondido.
    Se você fizer isso, saberá o que quer dizer temer o SENHOR, e aprenderá a conhecê-lo.
    É o SENHOR quem dá sabedoria; a sabedoria e o entendimento vêm dele.

    Sl 111,10
    Para ser sábio, é preciso primeiro temer a Deus, o SENHOR. Ele dá compreensão aos que obedecem aos seus mandamentos. Que o SENHOR seja louvado para sempre!

    domingo, 20 de junho de 2010

    O anúncio de boas novas

    Hoje gostaria de fazer um desabafo ao leitor. Como cristão, gostaria muito de poder explicar e convencer a todos da beleza que é andar com Deus, e principalmente servi-lo. Num mundo capitalista e que só busca o lucro, é até uma ofensa falar de servidão. Mas tenho certeza que muitos não pensaram sobre o caminho que suas vidas tomam. Muitos andam nas suas próprias forças e conhecimento, sem um guia: é como um cego guiando outro cego (Lc 6, 39). Mal pararam pra pensar porque vivem. Bem, eu tenho uma boa notícia: ela se chama Evangelho (que quer dizer "boas novas") e tais pessoas podem começar a repensar nas suas vidas através deste vídeo.

    Em seguida, quero afirmar categoricamente que por mais que eu tente anunciar e falar destas boas novas, isso será em vão se elas não estiverem abertas a mudarem de vida e a crerem na Palavra que lhes é pregada. Ninguém diz que algo é bom sem ter experimentado antes. Mas muitos dizem que o Evangelho é tolice sem ao menos tê-lo conhecido. Aliás, qualquer filosofia ou método que eu apresentar a alguém que não seja loucura só vai levá-la aos mesmos resultados que ela têm hoje. Como disse muito bem Ana Abrantes: "Loucura é fazer sempre as mesmas coisas e querer resultados diferentes."

    Na última sexta-feira, dia 18 de junho de 2010, morreu José Saramago, que dizia que a religião embaçava sua visão e combatia com ardor o Cristianismo. C.S Lewis também era ateu, mas ao contrário de Saramago, se rendeu e converteu-se a Jesus, sendo posteriormente o autor da seguinte frase: "Eu creio no Cristianismo tal como creio que o sol nasceu. Não apenas porque o vejo, mas porque através dele eu vejo todas as outras coisas.". Agora, se compararmos a vida de quem segue a Deus com a de quem não segue, qual apresentará frutos mais coerentes e que levam a uma vida melhor? Será que vale a pena viver tudo o que se tem vontade, se muitas vezes somos levados a caminhos sem volta por causa de nossas vontades?

    Em Lc 6:19, fica explícito a razão porque muitos seguiam e seguem a Jesus: "E toda a multidão procurava tocar-lhe, porque saía dele virtude, e curava a todos." (grifo meu). O interesse por Jesus é na nova vida que Ele nos traz, com plenitude, com a cura de nossas feridas, com a anulação de nossas iniqüidades, jogadas no mar do esquecimento. Será que existe dinheiro que compra isso? Somos peregrinos e estrangeiros nesta terra e tudo passa. Já é dito em 1Jo 2:17: "E o mundo passa, com tudo aquilo que as pessoas cobiçam; porém aquele que faz a vontade de Deus vive para sempre."

    Para estas pessoas que questionam Deus, eu as questiono:
    - será estamos num mundo sem pai, sem guia?
    - será que tudo de bom e mau que acontece é ao acaso?
    - você realmente prefere acreditar que sua vida aqui não tem propósito e significado algum?
    - você realmente está contente com essa definição de mundo que você tem?

    Independente das respostas, não ousarei explicar Deus nem sua soberania, pois nem a Bíblia explica Deus, ela apenas diz que Deus é, conforme os versículos abaixo:

    Ex 3:14 Deus disse: "—EU SOU QUEM SOU. E disse ainda: —Você dirá o seguinte: “EU SOU me enviou a vocês."
    Jo 8:58: "—Eu afirmo a vocês que isto é verdade: antes de Abraão nascer, “EU SOU”! —respondeu Jesus."
    Jo 1:3: "Por meio da Palavra, Deus fez todas as coisas, e nada do que existe foi feito sem ela."
    Jo 1:4 "A Palavra era a fonte da vida, e essa vida trouxe a luz para todas as pessoas."
    Jo 1:10: "A Palavra estava no mundo, e por meio dela Deus fez o mundo, mas o mundo não a conheceu."
    Jo 1:18: "Ninguém nunca viu Deus. Somente o Filho único, que é Deus e está ao lado do Pai, foi quem nos mostrou quem é Deus."

    Mas como não posso deixar de anunciar uma boa nova (mesmo porque ela é boa), convido o leitor a deixar a desconfiança de lado achando que só mais uma história "bonitinha" e repensar sobre o rumo de sua vida:
    - será que está tudo bem com ela?
    - a sua vida é uma história tão "bonitinha" que não precise de nenhum conserto e/ou arrependimento?
    - consegue seguir em frente sozinho?
    - a fé produzida por esforço humano é suficiente?

    Boa reflexão

    domingo, 7 de fevereiro de 2010

    Lost: a realidade alternativa

    Sou grande fã do seriado Lost e não escondo isso de ninguém. Porém hoje gostaria de abordar a atitude dos personagens e sua insistência em voltar pra ilha mesmo depois de terem conseguido a tão sonhada liberdade após o resgate.

    Tal qual o filme Avatar, Lost também aborda a possibilidade de uma realidade alternativa, na qual podemos ser aquilo que queremos, podemos ser invencíveis, onde nossos medos e falhas não nos perseguem. A Palavra de Deus vem exatamente de encontro a tudo isso. Ela nos confronta com tudo aquilo que insistimos em carregar mesmo que isso nos mutile e faça mal. Muitos ainda preferem carregar o fardo do que renovar sua mente e viver livremente.

    Em Lost, os sobreviventes lutam muito para serem resgatados mas quando voltam ao mundo real, trazem consigo o fardo da mentira por causa de situações mal-resolvidas na ilha e por coisas que desejam esconder sobre suas vidas reais. Resultado: a vida deles no mundo real fica insustentável e ao final da terceira temporada, Jack emite um sonoro "We have to go back". Na ilha, ninguém os conhecia, seus erros eram camuflados, o passado não os perseguia (porque todos pensavam que estavam mortos).

    Enfim, era uma maneira de as pessoas recomeçarem suas vidas sem necessariamente resolver o que estava errado ou arrepender-se do que era necessário. Tanto que os erros que eles cometiam no mundo real também cometiam na ilha e sempre buscavam um motivo para brigar entre si. Em suma, é o pecado e egoísmo dominando as pessoas.

    Jesus nos chama sempre à realidade, que por mais difícil que seja, Ele assim o permite e Ele dá o escape para enfrentarmos e sairmos dela. Tem dúvida? Leia a Palavra de Deus e pratique. Daí sim você será uma nova pessoa e nunca mais vai querer buscar uma ilha ou um mundo virtual

    quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

    Hábitos e heranças

    Vendo a reportagem do "Bom dia Brasil" sobre o hábito de os pais fumarem e beberem na frente dos filhos (veja reportagem), lembrei que a enorme influência que as pessoas que estão próximas a nós têm sobre nossas vidas (1Co 15:33 Não se enganem: “As más companhias estragam os bons costumes. ”).

    É normal considerarmos bastante a opinião de quem está perto e não é raro nos tornar semelhante às pessoas que convivem muito conosco. O problema é quando essas relações próximas trazem péssimos hábitos. Quantos pais não ofereceram cerveja aos filhos, ainda pequenos, para dizer "olha, meu filho é macho mesmo"? Na reportagem exibida hoje, tais pais devem estar bastante arrependidos hoje por induzirem seus filhos ao erro, pois hoje muitos estão perigosamente viciados e alguns tentando se livrar desta prisão na qual se envolveram.

    Na mesma linha, me veio à mente o que aconteceria com estes filhos se os pais tivessem hábitos cristãos. Que diferença haveria na vida destes filhos se eles convivessem desde cedo com a Verdade? É incrível como muitos filhos tomam como correto aquilo que os pais ensinam, mas desprezam aquilo que a Bíblia ensina. Ora, todo ensinamento é passado de geração em geração e a veracidade do mesmo se dá quando no mínimo alguém ousa aplicá-lo em sua própria vida. Por isso, qualquer refutação dos princípios bíblicos sem ao menos conhecê-los e aplicá-los é mera intriga da oposição, mero medo do desconhecido. Será que estes filhos que hoje estão presos ao vício não gostariam de ser libertos? E se o Evangelho fosse (e é) a saída procurada, por acaso eles rejeitariam ou seriam gratos por tudo aquilo que Deus nos oferece? Será que se esses filhos vissem seus pais terem uma vida plena mesmo servindo a Deus, eles criticariam ou diriam que estão sendo idiotas servindo a algo que não vêem?

    Existem muitas pessoas que apenas ouviram falar de Deus e O acham muito distante de si mesmos, ou que não querem abrir mão dos costumes atuais para viver aquilo que Ele planejou (que é muito maior e melhor que os nossos planos). Convido todos a desenvolver o interesse pelas obras de Deus e experimentar o que Ele tem de melhor, aplicando aquilo que Ele pede (são as regras do jogo). Praticamos vários atos de fé diaramente e não percebemos: confiamos no ensinamento que o professor, no que o amigo diz, no que o chefe orienta e tudo isso exige obediência para somente no futuro ver os frutos. Não é diferente com Deus, portanto vá em frente e arrisque-se a perder sua vida atual para ganhar uma melhor ainda!

    Como reflexão, vejam o que diz Ef 4, 20-23. Os versículos 20 e 21 dizem que como seguidores de Cristo (e é necessário fé e coragem pra seguir algo e só se segue algo que se mostra vivo e verdadeiro na vida de outrem), aprendemos uma nova maneira de viver (aprender inclui cair e levantar e mesmo assim ser obediente). Muitas vezes aprendemos com o bom testemunho que vemos em outras pessoas e daí quebramos paradigmas vendo que é possível ser livre mesmo sendo servo de Cristo. Tal curiosidade gera admiração e passamos a aprender com estes bons testemunhos, é gratificante! Neste estágio, continuamos precisando de fé, pois só aprendemos com outras pessoas quando confiamos naquilo que elas dizem para nós (e assim, de boca em boca, o ensinamento de Cristo é propagado). No versículo 22, fica claro que nossa vida sem Cristo nos leva a desejos traiçoeiros e enganosos, que destroem nossa vida. Por fim, o versículo 23 fala na esperança da nova vida, que é a que Cristo oferece!

    Ef 4:20 Mas não foi essa a maneira de viver que vocês aprenderam como seguidores de Cristo.
    Ef 4:21 Com certeza vocês ouviram falar dele e, como seus seguidores, aprenderam a verdade que está em Jesus.
    Ef 4:22 Portanto, abandonem a velha natureza de vocês, que fazia com que vocês vivessem uma vida de pecados e que estava sendo destruída pelos seus desejos enganosos.
    Ef 4:23 É preciso que o coração e a mente de vocês sejam completamente renovados.

    Que tal uma nova vida hoje?

    domingo, 4 de outubro de 2009

    Conhecer para depois concluir

    Uma péssima mania do ser humano em geral é concluir antes de conhecer, fazendo julgamentos segundo a aparência, que, além de errôneos, geram falsas impressões e a também popularmente conhecida "fofoca".

    Vejam quantas coisas negativas foram citadas no parágrafo acima somente pelos julgamentos prévios, antes de se conhecer algo devidamente. Quanto desperdício de tempo e de energia às custas de um relacionamento que poderia ser estabelecido e não foi, uma idéia que poderia ser revista e não foi.

    O mesmo ocorre com Deus e o Cristianismo. Quantas vezes, antes de me converter, eu mesmo criticava tudo isso e colocava tudo na mesma panela! Mas ainda bem que Deus teve misericórdia da minha vida e me mostrou que esse caminho me levaria a abismos, que meus ideais de vida estavam errados e que era necessário que eu me aproximasse e conhecesse mais dEle. E isto está confirmado em Hb 10, 22 (RA): "Aproximemo-nos, com sincero coração, em plena certeza de fé, tendo o coração purificado de má consciência e lavado o corpo com água pura."

    Não adianta escapar, para conhecer é necessário aproximar-se. Afinal, que amizade ou relacionamento existirá sem que alguma das partes se disponha a pôr sua confiança na outra?

    Outra maneira de conhecer o Senhor é temê-Lo. Lembre-se: temor e não terror. Temor = cuidado, vigilância; terror = pavor constante. Vejam o que diz Pv 2, 3-5 (NTLH): "Sim, peça sabedoria e grite pedindo entendimento. Procure essas coisas, como se procurasse prata ou um tesouro escondido. Se você fizer isso, saberá o que quer dizer temer o SENHOR, e aprenderá a conhecê-lo"

    E esse conhecimento vai aumentando conforme vamos nos dispondo a conhecer Deus, o que torna a relação mais prazeirosa. Cl 3.10 (NTLH): "E se vestiram com uma nova natureza. Essa natureza é a nova pessoa que Deus, o seu criador, está sempre renovando para que ela se torne parecida com ele, a fim de fazer com que vocês o conheçam completamente."

    Por fim, não desanimemos se o mundo não reconhecer nosso esforço pois para ele conhecer alguém invisível será loucura, mas assim como é triste para um sóbrio ver um bêbado fazer escândalo, assim é para o cristão ver o ímpio escarnecer de Deus. O ímpio acha loucura crer em Deus mas acha normal crer em Geração Espontânea, em acaso, em seus próprios e limitados conceitos. Para tudo isso, vale a pena ver o que diz em 1Jo 3, 1 (NTLH): "Vejam como é grande o amor do Pai por nós! O seu amor é tão grande, que somos chamados de filhos de Deus e somos, de fato, seus filhos. É por isso que o mundo não nos conhece, pois não conheceu a Deus."

    Por fim, qualquer conclusão só poderá ser tomada após realmente conhecer o assunto. Será que você pode aplicar isso na sua vida hoje?



    quarta-feira, 9 de setembro de 2009

    Corações distraídos

    Ao longo da vida, certamente alguém já tentou focar em algo e não conseguiu. Momentos depois, ao perceber que perdeu o rumo do caminho correto, viu-se perdido e sem saber como voltar. No livro "Simplesmente como Jesus", Max Lucado aborda sobre corações distraídos, corações que deveriam trilhar um determinado caminho mas que estão sem a devida orientação.
    Por mais difícil que pareça, boa parte da solução estão nos hábitos que temos, e para mudá-los somente através da renovação da mente (Rm 12, 2). Isso não se compra, não se adquire, não se molda, não se obtém à força, é algo mais profundo, que afeta nosso coração, justamente aquilo que Deus deseja que entreguemos a Ele.

    "A vida já é dura por si mesma. E fica mais dura quando nos dirigimos na direção errada. Uma das incríveis capacidades de Jesus foi de manter a direção rumo ao alvo. Sua vida nunca saiu do trilho. Nem uma única vez o encontramos caminhando do lado errado da pista.". Essa é uma das citações do livro que mais evidencia a necessidade de um Salvador para o ser humano. Sem este salvador, todo ser humano tenta viver como deus: às suas próprias forças, com seus próprios princípios, achando que tem controle de tudo.

    E como deveríamos conduzir nosso coração? Max Lucado responde: "Se o coração é uma estufa e nossos pensamentos são sementes, não deveríamos ter cuidado com o que semeamos? Não
    deveríamos ser seletivos a respeito das sementes que permitimos entrar na estufa? Não deveria haver um sentinela na porta?" (...) "Dois motoristas estão presos no mesmo congestionamento de
    trânsito. Um deles ferve de cólera, pensando: Meu horário está arruinado. O outro lança um suspiro de alívio: Boa oportunidade para andar mais devagar. Duas mães enfrentam a mesma tragédia. Uma fica destruída: Nunca vou me recuperar disto. A outra está decaída, porém decidida: Deus me ajudará a continuar em frente. Dois executivos enfrentam o mesmo êxito. Um dá a si mesmo tapinhas nas costas e fica petulante. O outro dá crédito a Deus e
    seu agradecimento aumenta. Dois maridos cometem o mesmo erro. Um, amargamente, tem
    certeza de que ultrapassou o limite da graça de Deus. O outro, com gratidão, dá por certo que descobriu uma nova profundidade da graça de Deus."

    Pra finalizar, Max Lucado faz uma bela comparação da nossa mente com uma casa que foi entregue aos nossos cuidados. "Vamos supor que eu peça a você que cuide de minha casa enquanto eu saio de viagem. Você promete manter tudo em ordem. Mas quando eu regresso encontro o lugar arruinado. O tapete está destroçado, as paredes enlameadas, os móveis destruídos. Sua explicação não ajuda em nada: uns motoqueiros vieram e precisavam de um lugar para se alojar. Depois, o time de futebol ligou procurando um lugar onde fazer uma festa. Ah, também ligou o clube da irmandade, procurando um lugar onde pudesse celebrar as cerimônias de iniciação. Como dono, eu tenho uma pergunta: 'Você não sabe dizer não? Esta não é sua casa. Você não tem o direito de permitir que entre qualquer um que queira entrar'."

    Finalizo citando Pv 4:27: "Não declines nem para a direita nem para a esquerda; retira o teu pé do mal.", e não somente retirar o pé do mal, como também afastar de toda aparência do mal (1Ts 5:22: "Abstende-vos de toda aparência do mal"). Pois, em toda a vida "Há caminho que ao homem parece direito, mas o fim dele são os caminhos da morte." (Pv 14:12)

    quarta-feira, 2 de setembro de 2009

    Isso não tem nada a ver, é coisa de fanático

    Em conversa com o colega Giuliano Barcelos, discutimos sobre o texto abaixo, que achei muito coerente para os dias de hoje, nos quais algumas igrejas estão aceitando certos mundanismos em seu meio e tolerando coisas que não deveriam tolerar.

    A matéria fala sobre piercing, mas o problema não está no piercing em si, mas na intenção de colocar o mesmo. O mesmo exemplo serve pra bebidas alcóolicas. Uma coisa é consumi-la com moderação, mas fazendo isso só pra ninguém "pegar no nosso pé" (neste caso damos importância demais à opinião dos outros). Outra coisa é consumi-la de forma moderada sabendo que isso não é pecado, que não se perde a salvação por isso e sem deixar que esse hábito seja dominante (ao meu ver, a postura mais coerente).

    Estes mundanismos normalmente afetam os adolescentes, pois eles têm dificuldade de conciliar o rumo de suas vidas com a Palavra devido às várias mudanças hormonais que ocorrem neste período. Mas este alerta vale pra igreja inteira!!

    No próprio texto, há o exemplo do BBB (Big Brother Brasil), que ocupa mais tempo do que deveria na vida de alguns cristãos. Quero aqui demonstrar como seria um debate sobre isso:

    1 - "mas não é pecado ver TV"
    R: E realmente não é, mas o que o BBB vai edificar em sua vida cristã? Qual o percentual de fatos fora da Palavra neste tipo de programa? O mesmo serve pra programas de fofoca, etc.

    2 - "ah, então não pode mais ver filme, jornal, etc. Não podemos ser radicais"
    R: Correto, não podemos nem precisamos ser radicais, mas há uma grande diferença em gastar tempo vendo na TV algo que não afeta a comunhão (ex: um filme de aventura, ação) e algo que só tem fatos que fogem da Palavra (BBB e afins). A chance de alguém se alimentar de coisas erradas vendo BBB é muito maior.

    3 - "tah, mas Deus me entende, não vou perder a salvação por causa disso"
    R: Sim, Deus entende porque somos pó (Sl 103) e nossa natureza carnal é caída. Mas Ele se recusa a deixar-nos como estamos, o propósito dEle é muito maior. Quanto à salvação, o que nos garante que futuramente não tropecemos por besteiras das quais nos alimentamos há anos atrás.

    Por isso, finalizado com a leitura de Pv 2, 3-5 e com o texto original.
    Pv 2:3 Sim, peça sabedoria e grite pedindo entendimento.
    Pv 2:4 Procure essas coisas, como se procurasse prata ou um tesouro escondido.
    Pv 2:5 Se você fizer isso, saberá o que quer dizer temer o SENHOR, e aprenderá a conhecê-lo.



    sábado, 15 de agosto de 2009

    Falando sobre perdão

    Manos,

    gostaria de comparilhar com todos o post sobre perdão do meu amigão Cleyton Hort. Vale a pena ver pois ele fala de um testemunho próprio. E por que você deveria ler este post? Porque muitas vezes não conseguimos enxergar que a barreira que existe entre nós e Deus é justamente algo a pedir perdão ou algum perdão não liberado. Nós humanos pensamos que seremos fortes se não perdoarmos ou não precisarmos pedir perdão, mas é justamente ao contrário: só somos fortes se admitimos nossas fraquezas. E deixar de praticar o perdão é um mal que nos consome e nos tira a vida, que não é o plano de Deus, mas o plano de Satanás. Assim como a essência de Deus é o amor, Seu propósito também é baseado nisso e com certeza Ele não nos criou para viver em guerra.
    Pense nisso tal como o Cleyton pensou e verifique se não há alguma área a qual você não pediu o perdão de Deus ou se não há ninguém para quem você precise pedir perdão

    100% dEle

    É estranho como pedimos para Deus nos moldar, trabalhar em nossa vida, mas quando isso acontece reclamamos, perguntamos por quê isso está acontecendo e, principalmente, não buscamos ajuda diretamente dEle.
    No livro "Uma Vida com Propósitos", de Rick Warren, há uma única vez em que ele cita a palavra "ansiedade" e é justamente no trecho que diz: "Como você sabe quando Deus está no centro da sua vida? Quando Deus está no centro de sua vida, você adora. Quando não está, você fica preocupado. A ansiedade é a luz de advertência, que indica que Deus foi empurrado para o lado. Você voltará a ter paz no instante em que o coloca de volta ao centro. A Bíblia diz: A consciência da completitude de Deus [...] dará paz a vocês. É maravilhoso quando Cristo desfaz a preocupação que está no centro de sua vida.". E encontrei uma bela prova disso no Antigo Testamento, em 2Cr 15:15: "O povo de Judá ficou alegre por causa desse juramento, que tinha feito com todo o coração. E, por terem procurado o SENHOR com toda a boa vontade, ele deixou que o achassem e permitiu que vivessem em paz com todos os povos vizinhos."
    Lendo o capitulo 15 e 16 de Crônicas, vemos que por causa da obediência do Rei Asa, não houve guerra durante muito tempo, ela só voltou a ocorrer quando as pessoas se afastaram de Deus, tal como a colega @deborahramos tweetou ontem: "Já pararam pra pensar? Quando nos distraímos com coisas não relacionadas com a comunhão com o pai, enfraquecemos?". Logo após, ela mesma respondeu com outro tweet: "Jesus nos pediu constante comunhão com Ele quando disse:“Orai sem cessar” (II Tessalonicenses 5.17)".
    E é isso que venho chamar a atenção para todo aquele que se sente "dormente" na vida cristã, achando que Deus está longe, com dificuldade de orar, querendo entender o que está acontecendo. Na verdade, sempre que tentamos entender as coisas, só perdemos tempo e andamos em círculos. Deus nos chama para avançar, não pra retroceder, não podemos parar, somente seguir em frente (Hb 10, 39). Chega de confiarmos na própria sabedoria, isso é inútil e isto sim é IRRACIONAL, afinal alguém confiaria em alguém limitado? Vejam o que está escrito em 1Co 2:4: "O meu ensinamento e a minha mensagem não foram dados com a linguagem da sabedoria humana, mas com provas firmes do poder do Espírito de Deus.".
    Concluo meu raciocínio incentivando-nos a recordarmos do primeiro amor (Col 1:23: "Mas é preciso que vocês continuem fiéis, firmados sobre um alicerce seguro, sem se afastar da esperança que receberam quando ouviram a boa notícia."). Naquela época, era mais fácil ser 100% dEle porque buscávamos ajuda direto da fonte. E agora, por que é diferente?

    sexta-feira, 17 de julho de 2009

    Quando os planos não dão certo!

    Não são poucas as vezes em que planejamos algo e isso não dá certo.

    A despeito de nossa revolta, o que Deus diz sobre tudo isso?

    1 - Tudo isso trabalha para o nosso bem (Rm 8, 28), por isso a Bíblia diz em 1Ts 5, 18: “e sejam agradecidos a Deus em todas as ocasiões. Isso é o que Deus quer de vocês por estarem unidos com Cristo Jesus.”

    2 - É necessário que busquemos contentamento nas situações, pois todos sempre teremos problemas por toda a vida (Jo 16, 33), mas por outro lado sempre temos algo pra agradecer a Deus, nem que seja por mais um dia de vida. Veja o que Paulo diz em Fp 4, 12: “Sei o que é estar necessitado e sei também o que é ter mais do que é preciso. Aprendi o segredo de me sentir contente em todo lugar e em qualquer situação, quer esteja alimentado ou com fome, quer tenha muito ou tenha pouco.”

    3 - Nem sempre os nossos planos são os planos de Deus (Is 55, 8-9), assim como os nossos caminhos nem sempre são os caminhos dEle e tampouco os nossos pensamentos são os pensamentos dEle (Jr 29, 11). Para tudo isso, vale a pena ler o que está em Tg 4, 14-15: “Vocês não sabem como será a sua vida amanhã, pois vocês são como uma neblina passageira, que aparece por algum tempo e logo depois desaparece. O que vocês deveriam dizer é isto: ‘Se Deus quiser, estaremos vivos e faremos isto ou aquilo.’ ”

    Um bom dia e que todos nós diminuamos para que Ele possa crescer, que eu não estava vivo hoje, mas que Ele viva em mim

    domingo, 12 de julho de 2009

    O martírio pelo controle de tudo

    Nós, seres humanos, temos algo chamado orgulho e sabedoria humana, que não nos permite naturalmente glorificar a Deus e submeter nossa vontade a Ele. E por que digo isso? Porque sempre achamos que sabemos de tudo. Romanos 1: 21-22 fala claramente sobre isso:

    1.21: "Eles sabem quem Deus é, mas não lhe dão a glória que ele merece e não lhe são agradecidos. Pelo contrário, os seus pensamentos se tornaram tolos, e a sua mente vazia está coberta de escuridão.
    1.22: "Eles dizem que são sábios, mas são tolos."

    Também não podemos ver nada fora do lugar, ou então enfrentar situações adversas que nos incomodam há tempo, pois logo já estamos murmurando: "Isso de novo?", "Quando tudo vai passar?", "Eu não agüento tanto problema". E sabemos que a vida sempre apresentará problemas, Jesus já alertava isso em Jo 16:33.

    A partir dessa brecha vem a vontade de controlar tudo, o perfeccionismo e a tentativa de fuga e negação da dor, e conseqüentemente, da realidade, pois a realidade contém dores. E sabendo quais os passos para nos livrarmos desse vício, entramos numa ansiedade por cumprir os mesmos, criando um círculo vicioso, um martírio e um complexo de culpa, gerando sentimentos negativos que nunca levam à vitória. Daí não é de se surpreender de ver o quanto estamos dominado por medos injustificáveis em determinados momentos. A dúvida passou a reinar apesar de existir a verdade, o equilíbrio já não existe porque a esperança e o alvo nos foram furtados.

    Porém sabedoria humana, esforço próprio, autoconfiança e decisões pessoais não são suficientes pra lidarmos com nossas vidas. É necessário o Deus invisível mas real, pois tudo que podemos ver se deteriora. Não adianta apelarmos para a ciência e para o mundo natural a fim de construirmos nosso caminho, pois elas são somente uma parte da realidade e não explicam tudo.

    Então, que tal largarmos a impaciência, sensibilidade e irritabilidade (geradas pelos males supracitados e que não são fruto do Espírito) para nos rendermos a Deus e lutar não por força ou violência mas pelo Espírito (Zc 4:6)? Só assim o orgulho humano se submeterá a Deus e ao seu devido propósito!

    Uma abençoada semana, um dia de cada vez (Mt 6, 34) e agradecendo em todas as circunstâncias (1Ts 5:18)

    quarta-feira, 1 de julho de 2009

    Valorizar as pequenas coisas da vida

    Quando pensamos nas menores e mais singelas coisas e fatos da vida, vemos quão valoroso tudo isso é, mas também quão efêmero isto é de modo que não podemos fazer nada para que isso seja eterno. E mesmo assim achamos que tudo isso é normal!

    Ledo engano: as aparências enganam, nossos sentimentos são traidores, as impressões e máscaras caem, achamos que estamos certo mas no fim estamos errados. Enfim, definitivamente não podemos confiar em nós mesmos (digo isso no contexto de potencial humano para realizarmos o que achamos certo)

    Isso tudo me veio à mente quando li o texto do colega Clóvis "As coisas pequenas"! Pena que valorizamos quando perdemos ou estamos à beira de perder algo. Imagine alguém que sofreu com suspeita de câncer mas isso não se confirmou. Que livramento e que valor essa pessoa dará à vida em tal instante!

    Até quando vamos aprender e entender que não somos auto-suficientes? E quando as coisas dão certo, não é porque isso é normal e é o mínimo que merecemos, mas na verdade é a benção e a misericórdia de Deus nas nossas vidas possibilitando que vivamos tais momentos. Afinal, sem Deus o ser humano não faz sentido.

    sexta-feira, 22 de maio de 2009

    Seguir meus caminhos? Nem pensar

    Começo este texto citando Tiago 3, 2: "Todos nós sempre cometemos erros. Quem não comete nenhum erro no que diz é uma pessoa madura, capaz de controlar todo o seu corpo"

    E prossigo perguntando: como podemos confiar em nós mesmos, se todos nós cometemos erros?

    Jeremias 17, 9 diz que o coração é enganoso, e mesmo pessoas nos aconselham a "ouvir a voz do coração". Não faz sentido, certo?

    Apesar disso, quantas vezes pensamos em seguir nossas idéias, nossos conceitos sobre o que é vida, amor, amizade, família, perdão? Mas quantas vezes nos enganamos e pensamos "eu fiz errado", mas a relutância em admitir nos faz ser teimosos, criando orgulho, barreiras, resistência. E agora, valeu a pena seguir meus caminhos? Eu realmente estava certo?

    É ótimo quando contamos com pessoas experientes para nos ajudar a trilhar nossos caminhos, mas e quando não a temos? Estamos sozinhos jogados ao mundo?

    Não, Deus prometeu um Auxiliador e além de Ele falar conosco, ainda deixou a Bíblia. Será que eu vou conhecer mais de Deus se a mantenho fechada?

    Termino o texto citando novamente Tiago 3, 2 para lembrar que todos cometemos erros mas agora adiciono Atos 3, 19, que é a solução: "Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que sejam apagados os vossos pecados, e venham, assim, os tempos do refrigério pela presença do Senhor." (grifo meu)