Neste último sábado, ocorreu o pré-lançamento do CD "Quero te ver" da Banda Fixar. Gostaria de enaltecer o trabalho desses manos, há bastante qualidade resultante de esforço no trabalho deles. Inclusive há músicas disponíveis para serem apreciadas, tal qual é noticiado aqui.
Houve cobertura fotográfica do Gospelfree (www.twitter.com/gf_gospelfree) e as fotos estarão publicadas em breve.
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segunda-feira, 1 de março de 2010
domingo, 28 de fevereiro de 2010
Um deus pessoal
Dentre todas as diversas variações de crença e fé, encontro somente no Cristianismo um deus pessoal, preocupado com a criatura em si. Não é difícil encontrar pessoas que crêem num "ser superior" (o qual de fato Deus é) mas que sentem esse deus muito distante delas. Para elas, é até aceitável e coerente que Deus tenha criado o mundo e que o controle, mas daí a ser um deus pessoal, o ceticismo delas vence.
Muitos têm medo da Bíblia e apenas a rotulam como um livro de regras, que diz o que podemos ou não podemos fazer. Estes que pensam assim pouco pararam para analisar o que as Escrituras realmente são e querem mostrar. Gosto muito da definição do Pr. Marcos Ramos, da PIB Joinville, que afirma que o Evangelho é uma proposta de vida para todos. Ou seja, você pode optar em confiar em seu próprio conhecimento (e nunca temos o conhecimento suficiente) ou pode optar em confiar no "manual da criatura", que já nos orienta em todas as situações da vida. Optando pela primeira escolha, provavelmente entramos num caminho largo e desconhecido (e sem regras). Já a segunda escolha nos leva a um caminho estreito, mas com as devidas orientações (por causa das regras).
No livro "O Deus (in)visível", Philip Yancey cita na página 58: "Deus está em todo lugar, ainda que seja invisível, silencioso ,aparentemente ausente e indiferente. Alguns intelectuais podem cultuar esse Deus ausente, mas a maioria dos cristãos prefere Jesus, a imagem de Deus como pai amoroso. Não precisamos apenas de um relojoeiro que dê corda no Universo e o deixe seguir seu curso. Precisamos de amor, misericórdia, perdão e graça, qualidades que apenas um deus pessoal pode oferecer". A Bíblia inclusive nem tenta provar Deus, ela apenas parte do pressuposto que Ele existe. Veja que em 1Tm 1,17, Deus já é tratado como invisível: "Ao Rei eterno, imortal e invisível, o único Deus—a ele sejam dadas a honra e a glória, para todo o sempre! Amém!".
Finalizo meu post com o testemunho de Saulo, que perseguia os cristãos quando não conhecia a Palavra e a fé era loucura pra ele, mas o arrependimento o transformou em Paulo, aquele que levava a Palavra.
1Tm 1,13: Ele fez isso apesar de eu ter dito blasfêmias contra ele no passado e de o ter perseguido e insultado. Mas Deus teve misericórdia de mim, pois eu não tinha fé e por isso não sabia o que estava fazendo.
At 8,3: Porém Saulo se esforçava para acabar com a igreja. Ele ia de casa em casa, arrastava homens e mulheres e os jogava na cadeia.
At 9,4: Ele caiu no chão e ouviu uma voz que dizia: —Saulo, Saulo, por que você me persegue?
At 9,5: —Quem é o senhor? —perguntou ele. A voz respondeu: —Eu sou Jesus, aquele que você persegue.
"Como me deste um arrependimento do qual não me arrependo, dá-me, ó Senhor, um temor que eu não precise temer" (John Donne, Devotions, pg 41)
Muitos têm medo da Bíblia e apenas a rotulam como um livro de regras, que diz o que podemos ou não podemos fazer. Estes que pensam assim pouco pararam para analisar o que as Escrituras realmente são e querem mostrar. Gosto muito da definição do Pr. Marcos Ramos, da PIB Joinville, que afirma que o Evangelho é uma proposta de vida para todos. Ou seja, você pode optar em confiar em seu próprio conhecimento (e nunca temos o conhecimento suficiente) ou pode optar em confiar no "manual da criatura", que já nos orienta em todas as situações da vida. Optando pela primeira escolha, provavelmente entramos num caminho largo e desconhecido (e sem regras). Já a segunda escolha nos leva a um caminho estreito, mas com as devidas orientações (por causa das regras).
No livro "O Deus (in)visível", Philip Yancey cita na página 58: "Deus está em todo lugar, ainda que seja invisível, silencioso ,aparentemente ausente e indiferente. Alguns intelectuais podem cultuar esse Deus ausente, mas a maioria dos cristãos prefere Jesus, a imagem de Deus como pai amoroso. Não precisamos apenas de um relojoeiro que dê corda no Universo e o deixe seguir seu curso. Precisamos de amor, misericórdia, perdão e graça, qualidades que apenas um deus pessoal pode oferecer". A Bíblia inclusive nem tenta provar Deus, ela apenas parte do pressuposto que Ele existe. Veja que em 1Tm 1,17, Deus já é tratado como invisível: "Ao Rei eterno, imortal e invisível, o único Deus—a ele sejam dadas a honra e a glória, para todo o sempre! Amém!".
Finalizo meu post com o testemunho de Saulo, que perseguia os cristãos quando não conhecia a Palavra e a fé era loucura pra ele, mas o arrependimento o transformou em Paulo, aquele que levava a Palavra.
1Tm 1,13: Ele fez isso apesar de eu ter dito blasfêmias contra ele no passado e de o ter perseguido e insultado. Mas Deus teve misericórdia de mim, pois eu não tinha fé e por isso não sabia o que estava fazendo.
At 8,3: Porém Saulo se esforçava para acabar com a igreja. Ele ia de casa em casa, arrastava homens e mulheres e os jogava na cadeia.
At 9,4: Ele caiu no chão e ouviu uma voz que dizia: —Saulo, Saulo, por que você me persegue?
At 9,5: —Quem é o senhor? —perguntou ele. A voz respondeu: —Eu sou Jesus, aquele que você persegue.
"Como me deste um arrependimento do qual não me arrependo, dá-me, ó Senhor, um temor que eu não precise temer" (John Donne, Devotions, pg 41)
domingo, 7 de fevereiro de 2010
Lost: a realidade alternativa
Sou grande fã do seriado Lost e não escondo isso de ninguém. Porém hoje gostaria de abordar a atitude dos personagens e sua insistência em voltar pra ilha mesmo depois de terem conseguido a tão sonhada liberdade após o resgate.
Tal qual o filme Avatar, Lost também aborda a possibilidade de uma realidade alternativa, na qual podemos ser aquilo que queremos, podemos ser invencíveis, onde nossos medos e falhas não nos perseguem. A Palavra de Deus vem exatamente de encontro a tudo isso. Ela nos confronta com tudo aquilo que insistimos em carregar mesmo que isso nos mutile e faça mal. Muitos ainda preferem carregar o fardo do que renovar sua mente e viver livremente.
Em Lost, os sobreviventes lutam muito para serem resgatados mas quando voltam ao mundo real, trazem consigo o fardo da mentira por causa de situações mal-resolvidas na ilha e por coisas que desejam esconder sobre suas vidas reais. Resultado: a vida deles no mundo real fica insustentável e ao final da terceira temporada, Jack emite um sonoro "We have to go back". Na ilha, ninguém os conhecia, seus erros eram camuflados, o passado não os perseguia (porque todos pensavam que estavam mortos).
Enfim, era uma maneira de as pessoas recomeçarem suas vidas sem necessariamente resolver o que estava errado ou arrepender-se do que era necessário. Tanto que os erros que eles cometiam no mundo real também cometiam na ilha e sempre buscavam um motivo para brigar entre si. Em suma, é o pecado e egoísmo dominando as pessoas.
Jesus nos chama sempre à realidade, que por mais difícil que seja, Ele assim o permite e Ele dá o escape para enfrentarmos e sairmos dela. Tem dúvida? Leia a Palavra de Deus e pratique. Daí sim você será uma nova pessoa e nunca mais vai querer buscar uma ilha ou um mundo virtual
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