Em 1Jo 3, temos uma boa referência do que é de fato uma verdadeira e uma falsa conversão ao Evangelho e, principalmente, de vida.
A base de tudo está em 1Jo 3,6: "Assim, quem vive unido com Cristo não continua pecando. Porém quem continua pecando nunca o viu e nunca o conheceu.". Ou seja, não é possível nem coerente nem aceitável que alguém que fazia o que é condenável segundo as ordenanças de Deus continue fazendo as mesmas coisas depois que proclama sua conversão. Um exemplo bem claro pra mim são Carla Perez e seu marido Xandy. Já anunciaram várias vezes que se converteram mas ainda continuam com as mesmas práticas, esboçando sensualidade em suas danças, cantando músicas seculares de letra questionável, falando de coisas fúteis, etc. Isso sem falar nas pessoas de Gretchen e Monique Evans, que várias vezes declararam ser "evangélicas" mas nada de Cristo se vê na vida delas.
Vejam a continuidade do capítulo, ela reflete alguns desses exemplos:
1Jo 3,7: Meus filhinhos, não deixem que ninguém os engane. Aquele que faz o que é correto é correto, assim como Cristo é correto.
1Jo 3,8: Quem continua pecando pertence ao Diabo porque o Diabo peca desde a criação do mundo. E o Filho de Deus veio para isto: para destruir o que o Diabo tem feito.
1Jo 3,9: Quem é filho de Deus não continua pecando, porque a vida que Deus dá permanece nessa pessoa. E ela não pode continuar pecando, porque Deus é o seu Pai.
1Jo 3,10: A diferença clara que existe entre os filhos de Deus e os filhos do Diabo é esta: quem não faz o que é correto ou não ama o seu irmão não é filho de Deus.
1Jo 3,12: Não sejamos como Caim, que pertencia ao Maligno e matou o próprio irmão. E por que o matou? Porque o que Caim fazia era mau, e o que o seu irmão fazia era bom.
Corroborando o que é dito em Mt 22,38, a mensagem de 1Jo 3,11 reforça que primeiramente precisamos amar uns aos outros ("A mensagem que vocês ouviram desde o princípio é esta: que nos amemos uns aos outros"). E antes que alguém pense que é fácil amar, continue lendo o capítulo e verifique o que diz 1Jo 3,18: "Meus filhinhos, o nosso amor não deve ser somente de palavras e de conversa. Deve ser um amor verdadeiro, que se mostra por meio de ações.". Não basta somente falar de amor, pregar sobre amor se nossa vida não reflete nada disso e não se parece com Cristo. Por isso há muitos pregadores que cativam as ovelhas mas não cativam a própria família.
Finalizo a reflexão lembrando que não posso pertencer a Deus, mesmo que eu diga que pertenço, se minha vida não reflete nenhum dos frutos do Espírito. Qualquer dúvida, leia 1Jo 3 novamente
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quarta-feira, 7 de abril de 2010
segunda-feira, 1 de março de 2010
Pré-Lançamento de CD da banda Fixar
Neste último sábado, ocorreu o pré-lançamento do CD "Quero te ver" da Banda Fixar. Gostaria de enaltecer o trabalho desses manos, há bastante qualidade resultante de esforço no trabalho deles. Inclusive há músicas disponíveis para serem apreciadas, tal qual é noticiado aqui.
Houve cobertura fotográfica do Gospelfree (www.twitter.com/gf_gospelfree) e as fotos estarão publicadas em breve.
Houve cobertura fotográfica do Gospelfree (www.twitter.com/gf_gospelfree) e as fotos estarão publicadas em breve.
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domingo, 28 de fevereiro de 2010
Um deus pessoal
Dentre todas as diversas variações de crença e fé, encontro somente no Cristianismo um deus pessoal, preocupado com a criatura em si. Não é difícil encontrar pessoas que crêem num "ser superior" (o qual de fato Deus é) mas que sentem esse deus muito distante delas. Para elas, é até aceitável e coerente que Deus tenha criado o mundo e que o controle, mas daí a ser um deus pessoal, o ceticismo delas vence.
Muitos têm medo da Bíblia e apenas a rotulam como um livro de regras, que diz o que podemos ou não podemos fazer. Estes que pensam assim pouco pararam para analisar o que as Escrituras realmente são e querem mostrar. Gosto muito da definição do Pr. Marcos Ramos, da PIB Joinville, que afirma que o Evangelho é uma proposta de vida para todos. Ou seja, você pode optar em confiar em seu próprio conhecimento (e nunca temos o conhecimento suficiente) ou pode optar em confiar no "manual da criatura", que já nos orienta em todas as situações da vida. Optando pela primeira escolha, provavelmente entramos num caminho largo e desconhecido (e sem regras). Já a segunda escolha nos leva a um caminho estreito, mas com as devidas orientações (por causa das regras).
No livro "O Deus (in)visível", Philip Yancey cita na página 58: "Deus está em todo lugar, ainda que seja invisível, silencioso ,aparentemente ausente e indiferente. Alguns intelectuais podem cultuar esse Deus ausente, mas a maioria dos cristãos prefere Jesus, a imagem de Deus como pai amoroso. Não precisamos apenas de um relojoeiro que dê corda no Universo e o deixe seguir seu curso. Precisamos de amor, misericórdia, perdão e graça, qualidades que apenas um deus pessoal pode oferecer". A Bíblia inclusive nem tenta provar Deus, ela apenas parte do pressuposto que Ele existe. Veja que em 1Tm 1,17, Deus já é tratado como invisível: "Ao Rei eterno, imortal e invisível, o único Deus—a ele sejam dadas a honra e a glória, para todo o sempre! Amém!".
Finalizo meu post com o testemunho de Saulo, que perseguia os cristãos quando não conhecia a Palavra e a fé era loucura pra ele, mas o arrependimento o transformou em Paulo, aquele que levava a Palavra.
1Tm 1,13: Ele fez isso apesar de eu ter dito blasfêmias contra ele no passado e de o ter perseguido e insultado. Mas Deus teve misericórdia de mim, pois eu não tinha fé e por isso não sabia o que estava fazendo.
At 8,3: Porém Saulo se esforçava para acabar com a igreja. Ele ia de casa em casa, arrastava homens e mulheres e os jogava na cadeia.
At 9,4: Ele caiu no chão e ouviu uma voz que dizia: —Saulo, Saulo, por que você me persegue?
At 9,5: —Quem é o senhor? —perguntou ele. A voz respondeu: —Eu sou Jesus, aquele que você persegue.
"Como me deste um arrependimento do qual não me arrependo, dá-me, ó Senhor, um temor que eu não precise temer" (John Donne, Devotions, pg 41)
Muitos têm medo da Bíblia e apenas a rotulam como um livro de regras, que diz o que podemos ou não podemos fazer. Estes que pensam assim pouco pararam para analisar o que as Escrituras realmente são e querem mostrar. Gosto muito da definição do Pr. Marcos Ramos, da PIB Joinville, que afirma que o Evangelho é uma proposta de vida para todos. Ou seja, você pode optar em confiar em seu próprio conhecimento (e nunca temos o conhecimento suficiente) ou pode optar em confiar no "manual da criatura", que já nos orienta em todas as situações da vida. Optando pela primeira escolha, provavelmente entramos num caminho largo e desconhecido (e sem regras). Já a segunda escolha nos leva a um caminho estreito, mas com as devidas orientações (por causa das regras).
No livro "O Deus (in)visível", Philip Yancey cita na página 58: "Deus está em todo lugar, ainda que seja invisível, silencioso ,aparentemente ausente e indiferente. Alguns intelectuais podem cultuar esse Deus ausente, mas a maioria dos cristãos prefere Jesus, a imagem de Deus como pai amoroso. Não precisamos apenas de um relojoeiro que dê corda no Universo e o deixe seguir seu curso. Precisamos de amor, misericórdia, perdão e graça, qualidades que apenas um deus pessoal pode oferecer". A Bíblia inclusive nem tenta provar Deus, ela apenas parte do pressuposto que Ele existe. Veja que em 1Tm 1,17, Deus já é tratado como invisível: "Ao Rei eterno, imortal e invisível, o único Deus—a ele sejam dadas a honra e a glória, para todo o sempre! Amém!".
Finalizo meu post com o testemunho de Saulo, que perseguia os cristãos quando não conhecia a Palavra e a fé era loucura pra ele, mas o arrependimento o transformou em Paulo, aquele que levava a Palavra.
1Tm 1,13: Ele fez isso apesar de eu ter dito blasfêmias contra ele no passado e de o ter perseguido e insultado. Mas Deus teve misericórdia de mim, pois eu não tinha fé e por isso não sabia o que estava fazendo.
At 8,3: Porém Saulo se esforçava para acabar com a igreja. Ele ia de casa em casa, arrastava homens e mulheres e os jogava na cadeia.
At 9,4: Ele caiu no chão e ouviu uma voz que dizia: —Saulo, Saulo, por que você me persegue?
At 9,5: —Quem é o senhor? —perguntou ele. A voz respondeu: —Eu sou Jesus, aquele que você persegue.
"Como me deste um arrependimento do qual não me arrependo, dá-me, ó Senhor, um temor que eu não precise temer" (John Donne, Devotions, pg 41)
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